Vermes em cães tipos e sintomas

Verminose

A verminose é uma patologia muito comum em cães que pode ocasionar sérios problemas e até mesmo por em risco a vida do cão, dependendo do grau de severidade com que ocorre e da idade e estado em que se encontram.
Os diversos tipos de vermes em cães podem ser encontrados no intestino, coração, estomago, esôfago, pulmão e rins. Vermes em cães provocam irritação, infecção e destruição dos tecidos e mucosas dos órgãos onde se alojam devido a sua fixação; obstrução de vasos e dos órgãos ocos devido ao acumulo de parasitas; espoliação de células e substancias alimentares quando alojados no intestino onde retiram vitaminas e outros elementos vitais; além da ação tóxica causada pelas exotoxinas e endotoxinas que produzem.

Tipos de Vermes em cães

Existem vários tipos de vermes em cães, que são classificados entre “redondos” e “chatos”.
A contaminação pode acontecer pela via oral (ingestão de ovos, oocistos ou larvas infectantes), via percutânea (penetração ativa das larvas pela Pele), via intra uterina (através da placenta, contaminando o filhote ainda na barriga da mãe) e pela via galactogênia (filhote é contaminado através do leite da mãe).

Danos causados por vermes em cães

Muitos são os danos causados por vermes em cães como obstrução ou ruptura intestinal, anemia, diarreia, vômito, convulsões, pneumonia, emagrecimento progressivo, pêlos ásperos e sem brilho, crescimento tardio, predisposição a outras doenças, menor absorção e digestão dos nutrientes, perda de sangue e proteína. Cães com aspecto saudável também podem ter vermes e portanto, é fundamental que o cães sejam vermifugados corretamente e façam exames de rotina regularmente.

Sintomas de Vermes em cães

  • Animal com a barriga abaulada, onde é comum o proprietário achar que seu animalzinho esteja gordinho;
  • Olhar triste, que deve ser avaliado por um profissional para diferenciação de outras doenças;
  • Animal arrasta o “bumbum no chão”;
  • Magreza;
  • Fezes moles, com sangue;
  • Presença de vermes nas fezes, onde é importante a observação do proprietário para relatar ao médico veterinário o tipo de verme encontrado para um bom diagnóstico e tratamento adequado, existem vermes redondos, achatados, e vermes que soltam proglotes parecido com uma semente de pepino ou grão de arroz.

Tratamento

A Arenales é uma empresa especializada em Homeopatia Animal, com laboratórios fabricantes de medicamentos para tratamento e prevenção de diversos tipos de doenças, entre elas os vermes. Nesse caso indicamos nosso medicamento homeopático Fator Vermes Pet!

Usando o Fator Vermes Pet, nos animais adultos, ocorrerá gradativamente a eliminação dos parasitos,que serão visíveis ou não nas fezes dependendo da macroscopia dos mesmos.
Acompanhe os resultados efetuando a cada 60 dias exames de fezes.

Consulte seu Médico Veterinário pois os sintomas decorrentes da infestação da verminose deverá ser tratada especificamente com nossos Fatores Infecções Pet, Pró Imune Pet® ou Estresse Pet® conforme a recomendação após o exame clinico e exames complementares realizados por seu Médico Veterinário de confiança.

Encontre nossos produtos aqui: https://goo.gl/kH6U6W

 

Como ajudar Animais Abandonados?

Presença de animais abandonados nas ruas é uma triste realidade no nosso país. Em todas as cidades existem diversos cães e gatos abandonados e abrigos super lotados que não conseguem mais dar conta de receber e cuidar destas vidas. O governo não tem participação relevante neste problema, portanto, esta situação deveria ser uma preocupação da sociedade em geral. Se cada pessoa fizer um pouco, as condições destes animais e dos abrigos poderá ser muito melhor!

Quer saber como ajudar um animal de rua? 

Todos podemos ajudar! Conheça as diversas formas e faça a sua parte também!

Adote um animal de abrigo

Conheça o abrigo de sua cidade, escolha um cãozinho ou gatinho e dê um lar para ele! A maioria dos animais de rua morrem sem saber o que é ter uma casa e um melhor amigo que cuide dele e dê carinho.

Resgate e adote um animal das ruas

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Encontrou um animal em condições ruins na rua? Resgate-o. Leve ao veterinário, dê um lar, comida, água e cuidados. Ele será eternamente grato a você, pois você salvou uma vida!

Não pode adotar? Dê um Lar Temporário

German Shepherd Dog and cat together

German Shepherd Dog and cat together

Com abrigos e ruas cheios de animais abandonados, não restam muitas soluções para eles. Portanto, se você tem um espaço bacana na sua casa, pode proporcionar um Lar Temporário (LT), para um cão ou gato. Ele pode ficar por um tempo em sua casa até encontrar uma pessoa que o adote permanentemente. Lar Temporário é muito melhor que um abrigo!

Não pode dar LT? Apadrinhe uma vida

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Para aproximar as pessoas que querem ajudar dos animais carentes, existe o sistema de apadrinhamento, onde a pessoa escolhe uma vida do abrigo e se responsabiliza por suas despesas mensalmente, com recursos para compra de ração, água, medicamentos, vermífugos, antipulgas, etc. É muito legal também fazer visitas frequentes ao animal, pois ele precisa de contato humano e atenção frequente.

Não pode apadrinhar uma vida? Faça doações

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Os abrigos de animais abandonados sobrevivem com recursos financeiros de doações. Portanto, todo mês é uma luta para conseguir valores suficientes para compra de ração, medicamentos e reparos em canis, além de outras necessidades.
Qualquer quantia em dinheiro é extremamente útil aos abrigos. E há também quem prefira doar produtos e itens de primeira necessidade, o que também é muito bem-vindo, como: ração, medicamentos, vermífugos, antipulgas, jornais, caixas de papelão, petiscos, brinquedos, casinhas, caminhas, toalhas velhas em bom estado, materiais de limpeza, inseticidas e alguns materiais de construção para a estrutura física.

Não pode fazer doações? Participe voluntariamente

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Assim como os abrigos sobrevivem por doações, existem pessoas de bom coração que ajudam com serviços manuais e mão-de-obra voluntários. Há muitas formas de ajudar assim: realizando eventos solidários para arrecadação de dinheiro, organizando feirinhas de adoção, fazendo mutirão de limpeza do abrigo e de banho e tosa nos animais, aplicando vacinas, recebendo doações de itens, ajudando na divulgação do abrigo, conscientizando a população sobre abandono, maus tratos e castração e simplesmente indo ao abrigo para brincar e dar atenção aos cães e gatos, o que é uma experiência incrível e muito prazerosa, pois o amor recebido pelos animais é verdadeiro e emocionante.

Não pode participar voluntariamente? Divulgue, compartilhe e conscientize

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Os abrigos costumam fazer bastante divulgação para conseguir doações e pessoas que adotem seus animais, para que possam oferecer um lar de verdade para cães e gatos. Eles também possuem uma necessidade de conscientizar a sociedade sobre maus tratos e abandono, que são crime, e a importância da castração, que é uma solução para diminuição de animais na rua, mas muitas pessoas não têm consciência disso.
Procure os abrigos da sua cidade pela internet e Facebook e ajude-os compartilhando as mensagens, os eventos solidários e as fotos de animais para adoção. Apoie-os de alguma forma, pois todo tipo de ajuda é extremamente bem-vindo!

Faça sua parte!

Não é difícil e é muito gratificante poder ajudar estas vidas frágeis que vivem nas ruas e sofrem muito. Ajudar quem precisa faz bem ao coração!

Fonte: bob.geracaopet.com.br

Período chuvoso requer atenção com os pets

Como sabemos, o período atual, o verão, é caracterizado pelo calor constante, mas também pelas pancadas de chuva no fim do dia. Apesar de dar uma boa refrescada no clima seco e árido, o período chuvoso pode transmitir diversas doenças para os pets.

Isso acontece, pois é justamente no período de chuvas que existe um enorme aumento na incidência de leptospirose em pets, já que a bactéria leptospira interrogans, transmissora da doença, é eliminada através da urina dos animais doentes ou portadores, que é conduzida pela chuva, expondo os demais animais que tem contato com esta água.

Dessa forma, chamamos a atenção para a principal forma de prevenir que é mantendo seu animal de estimação sempre vacinado, evitando ao máximo que ele tenha contato direto com água de enxurradas ou enchentes.

Caso seu pet tenha algum tipo de ferimento, o cuidado deve ser redobrado, pois qualquer machucadinho serve como porta de acesso ainda maior para contração da doença.

Outras doenças infectocontagiosas que os pets podem contrair com os períodos de chuva, são: Parvovirose, cinomose, hepatite infecciosa, dirofilariose (verme do coração), dentre outras nos cães e doenças do complexo respiratório felino e panleucopenia felina nos gatos.

Além disso, assim como a gente, os pets também ficam mais suscetíveis às doenças respiratórias nesse período. Para os cães, destacamos o risco de apresentar a traqueobronquite infecciosa canina (gripe canina ou tosse dos canis), que tem sintomas similares à gripe humana: coriza, irritação nos olhos, tosse seca (ou com secreção), e pode estar associada a infecções virais e bacterianas, como pneumonias. Já os gatos apresentam uma incidência maior de obstrução uretral, pois dormem mais e acabam ingerindo menos água.

Outros problemas de saúde que podem ser ocasionados nos pets durante esse período, são:

– Hipotermia: Os pets molhados podem ficar com frio, o que pode fazer a temperatura do corpo cair bruscamente.

– Problemas articulares: Naturalmente, com a chegada do clima mais ameno estes problemas surgem com maior frequência.

– Problemas de pele: As dermatites também aparecem rapidamente nessa época. Isso acontece porque os pets se molham e os pelos acabam demorando mais tempo para secar, criando um cenário perfeito para ácaros, fungos e bactérias.

Dessa forma, é importante rever as vacinas do seu pet e consultar com o veterinário a necessidade de uma cobertura extra para estar protegido. Também ajuste os passeios, evitando passear após as chuvas, tenha cuidado com o horário de banho para ele não se resfriar, e se seu cão dorme do quintal, verifique se há algum lugar para ele se abrigar durante a chuva.

Afinal, as medidas de prevenção são as melhores para proteger nossos pets das ameaças típicas dessa época do ano.

Fonte: blog.holipet.com.br

Como perceber a infecção em animais

A infecção em animais pode ser facilmente tratada quando descoberta logo no início e se o animalzinho receber acompanhamento e os cuidados necessários desde então.  Os principais sintomas não causam estranhamento na rotina, e esse é um dos motivos que dificultam a descoberta das infecções logo no começo.

Mesmo com a correria do dia a dia é preciso estar atento a todos os sintomas, por mais simples que sejam. Confira 10 dicas e saiba como perceber a infecção em animais o mais rápido possível:

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1) Perda de Pelo 

É comum os animais perderem pelos, mas geralmente acontece quando o animal toma banho, é penteado, etc. Se a queda dos pelos acontecerem constantemente sem motivo, algo de errado está ocorrendo.

2) Febre 

A febre é um sintoma que requer mais atenção. Se o seu animal estiver quieto demais, muito tempo deitado verifique sua temperatura.

3) Falta de Apetite

Que animal não gosta de comer bem? A falta de apetite é um dos principais sintomas. Não ache ‘’comum’’ ou pior ainda ‘’frescura’’ se seu animal começar a deixar restos nas vasilhas. Procure estimular, ou até mesmo trocar a ração, se mesmo assim nada resolver, procure um veterinário o mais rápido possível.

4) Falta de Fezes

Mais um ponto muito importante. Ficar um dia sem fazer cocô NÃO É NORMAL. O intestino dos animais precisa funcionar normalmente, caso contrário isso poderá acarretar outros tipos de doenças também.

5) Tosse

Fique atento a tosses e a qualquer tipo de dificuldade respiratória do seu pet.

6) Fadiga

Como falamos na dica acima, prestar atenção na respiração do animal é essencial. Chame ele para brincar, leve para passear, aproveite e faça você mesmo uma pequena avaliação de como ele irá reagir.

7) Inchaço

O inchaço não acontece só em casos de machucados externos. Ele também é um sinal de infecção. Mas preste atenção, pet gordinho a gente aceita, inchado não.

8) Olhos vermelhos

A vermelhidão é mais fácil de ser notada, por isso voltamos a dizer: mesmo com a correria do dia a dia e cansaço da rotina, reserve um tempo para se dedicar ao seu pet.

9) Inquietação

Nem deitado o tempo inteiro, nem inquieto demais. Lembre-se que eles não conseguem se comunicar como nós, então a inquietação pode ser a forma usada para eles tentarem dizer que algo está incomodando.

10) Vômitos

As vezes acontece um engasgo aqui, uma má digestão ali, mas vômitos são sempre preocupantes e devem continuar sendo. Se seu animal tiver vômitos constantes, corra para o veterinário.

Esses sintomas são muitas vezes considerados ‘’normais’’ mas não são. Podem esconder uma doença e trazer sérios riscos para seu animalzinho.

O Fator Infecções Pet da Arenales®, é o medicamento ideal para casos de infecções em animais. Ele age diretamente no sistema imunitário, ativando os mecanismos de defesa contra as bactérias e parasitas causadores da doença.

Assim o processo infeccioso têm seu quadro estagnado e abrandado, que é quando o animal se potencializa, se recuperando.

Acompanhe as reações diárias do seu animal para garantir que ele esteja sempre seguro e saudável. Caso queira adquirir nosso produto para evitar a infecção em animais, só clicar no produto abaixo.

medicamento homeopatico para infeccoes de animais

Alimentação dos animais: o que pode e o que não pode?

Uma forma de carinho, mas que as vezes pode se tornar um transtorno é o tipo de alimentação dos animais. Todos nós sabemos o quanto é difícil resistir aquela carinha de piedade ao lado da mesa como quem diz ‘’me da um pedaço?’’ ou até mesmo brigar quando a última migalha que caiu já foi devorada.

É difícil dizer não, mas às vezes é necessário pelo bem dos nossos animaizinhos. Existem alimentos que passam despercebidos e nós achamos que os animais também podem consumi-los, afinal, o que é um pedacinho aqui? Um pouquinho ali?

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Você sabe quais alimentos são esses? Veja alguns na lista abaixo e se surpreenda:

  1. Alimentação caseira: Para quem prefere dar comida em vez de ração aos animais, é necessário ter cuidados. Condimentos como alho e cebola, além de corantes e conservantes, fazem mal. Estes produtos estão presentes em temperos, por exemplo, e por isso às vezes nem é visto.
  2. Frutas cítricas: Embora façam bem para humanos, alimentos ácidos, como a laranja e o abacaxi, podem provocar problemas gástricos nos cães. Outras frutas que devem ser evitadas são as uvas ou passas. Apesar de não serem ácidas, elas podem causar ou agravar problemas renais.
  3.  Chocolate: Você sabe o que é teobromina? É uma substância encontrada no cacau e um dos principais vilões da alimentação canina. A teobromina presente no chocolate provoca graves problemas hepáticos e tem ação acumulativa no organismo. Se o seu cão é um fã de chocolate, o mercado já possui produtos específicos para eles.
  4. Alimentos de trigo: É importante estar atento com o trigo até quando vai comprar ração ao seu pet. Rações que possuem trigo devem ser evitadas, assim como pão, massa de pizza e macarrão, por exemplo, pois provocam uma alta incidência de alergias que podem se apresentar como coceiras, caspa ou problemas gastro intestinais.
  5. Ossos: Apesar de ser comum vermos em desenhos e filmes o cachorro feliz correndo atrás de um osso, a realidade pode ser um pouco mais alarmante. Conforme o alimento é mastigado, ele solta lascas que podem ferir o sistema digestivo do cão, podendo provocar perfurações ou obstruções. Apesar de alguns proprietários oferecerem tais alimentos com frequência, não é o ideal.
  6. Bebidas: Nesta categoria, existem dois produtos mais nocivos à saúde do cão: derivados de cafeína e bebidas alcoólicas. Estes produtos, além de tóxicos, causam no animal o mesmo efeito que nos seres humanos, mas com um efeito ampliado. Por isso, o café, por exemplo, pode acelerar os batimentos cardíacos do animal.

Para ajudar na saúde e bem estar do seu animal conte com medicamentos homeopáticos livres de alergias e efeitos colaterais. Visite nossa loja e confira nossos produtos para tratamentos e prevenção.

 

O calor é perigoso para cães e gatos

“A hipertermia é o problema mais comum – e o mais grave – para cães e gatos no verão”, diz o veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, em São Paulo. Como eles não transpiram, a respiração é a única forma de controle da temperatura do corpo. No verão, porém, o ar quente e úmido prejudica esse mecanismo. Resultado: o animal ofega na tentativa de intensificar a troca de calor. “O risco é ainda maior para animais obesos, para cachorros com pelagem densa, como bernese e husky siberiano, e para as raças braquicefálicas – aquelas de focinho curto -, como os cães boxer, buldogue e pug e os gatos persas, que já respiram com dificuldade em condições normais”, explica Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo. Veja, a seguir, os cuidados para prevenir a hipertermia no animalzinho.

EM CASA

Nada de deixar o animal no quintal constantemente ensolarado ou fechado no apartamento abafado. Sombra (em ambientes arejados) e água fresca são questão de sobrevivência para cães e gatos. Troque a água do bebedouro várias vezes ao dia e certifique-se de que o pote não fique exposto ao sol em nenhum momento – afinal, quem gosta de água morna? Vale até acrescentar umas pedrinhas de gelo ao bebedouro. Para os gatos, que preferem água corrente, um bebedouro eletrônico pode estimulá-los a ingerir mais líquido ao longo do dia. Dica dos especialistas: borrifar água no dorso e nas patinhas ajuda a resfriar o animal. Se ele ficar ofegante, enrole-o em uma toalha molhada com água fria e deixe-o por um tempinho em frente ao arcondicionado ou ventilador

NO CARRO

Cachorros são loucos por passeios de carro, certo? O problema é que essa excitação também atrapalha o processo de resfriamento do corpo. Portanto, nos dias muito quentes, o ar-condicionado deve permanecer ligado durante todo o trajeto – e, de preferência, evite viagens longas durante o dia. Outra recomendação dos veterinários: nunca, em hipótese alguma, deixe o bicho preso no carro, nem com uma fresta do vidro aberta e sob uma árvore. Mesmo na sombra, a temperatura no interior do veículo sobe rapidamente, e o animal pode desmaiar ou até morrer em meia hora

PASSEIOS

Cães são leais e nunca recusam um convite do dono para passear, mas se vivessem sozinhos na natureza jamais sairiam da toca sob o sol escaldante. Não é necessário suspender as caminhadas diárias, claro, mas o ideal é reduzir o percurso e restringir os horários das saídas: antes de 10 horas e após as 18 horas. Prefira locais gramados – o asfalto quente pode queimar os coxins, aquelas almofadinhas das patas – e leve água em bebedouros portáteis. A dica das borrifadas de água fria no dorso também se aplica aos passeios. E respeite os limites do cão: interrompa o passeio do animal ofegante, que tenta fugir do sol em busca das áreas sombreadas. Por fim, cães agressivos devem usar focinheira de ferro, um modelo que não impede a abertura da boca. E atenção! Passear com cães de focinho achatado nos dias quentes, com focinheira fechada, é meio caminho andado para uma hipertermia severa

ANTIPULGAS

Com a proliferação de parasitas no verão, os especialistas recomendam a aplicação de produtos que protegem o animal de pulgas e carrapatos a cada três semanas. “Evite dar banho dois dias antes e dois dias depois da aplicação do produto”, ensina o veterinário Mário Marcondes

BANHO E TOSA

As salas de banho e tosa das pet shops são ambientes propícios para a hipertermia: o stress prejudica a respiração do animal e, com os secadores ligados o dia inteiro, a temperatura fica sempre elevada. Evite os horários de pico do calor e mantenha o pelo dos animais mais curto que o habitual. Em casa, os banhos semanais devem ser feitos com água morna, pois a água muito fria pode causar choque térmico. Por fim, use apenas a toalha para secar animais de pelo curto, e o ar frio do secador para os de pelo longo

ATENÇÃO!

Se o animal mostrar-se inquieto, permanecer com a respiração ofegante e apresentar língua levemente arroxeada, mesmo após as tentativas caseiras de resfriá-lo, leve-o imediatamente ao veterinário, mantendo-o envolto em uma toalha molhada com água fria e, no carro, posicionado em frente à saída do ar-condicionado. “Em condições normais, a temperatura corporal não ultrapassa 39,5 graus. Se ela chegar a 40 graus, porém, só a respiração poderá ser insuficiente para resfriar o animal. Nesse caso, ele talvez precise de aplicação de soro refrigerado na veia ou até necessite ser sedado e entubado”, explica o veterinário Marcelo Quinzani

Cuidado com o sol!

O câncer de pele não é exclusivo dos seres humanos. A exposição prolongada ao sol é responsável pela incidência de câncer de pele em cães e, principalmente, em gatos – os bichanos são mais propensos em razão do hábito de passar horas tomando banhos de sol. Como os danos dos raios ultravioleta são cumulativos, a maioria dos casos envolve animais idosos.

Sintomas: a doença começa como uma manchinha avermelhada na pele e se torna uma ferida que não cicatriza ou, se cicatriza, volta logo em seguida

Áreas mais afetadas: regiões do corpo com pelagem menos densa. Nos gatos, as lesões malignas tendem a surgir nas pálpebras, no focinho, na parte interna das orelhas e na região entre os olhos e as orelhas. Nos cachorros, a área de risco é o abdômen

Prevenção: é possível proteger as áreas de pouca pelagem com protetor solar FPS 30 tradicional, desde que sem perfume e hipoalergênico. Como os gatos têm o hábito de se lamber constantemente, o ideal seria evitar os longos banhos de sol

Tratamento: consiste na remoção cirúrgica ou na crioterapia, em que a lesão é queimada com nitrogênio líquido. Parece simples e até pode ser, quando ela surge na barriga. Nos gatos, porém, a doença afeta pálpebras, orelhas e focinho, o que pode resultar em deformação da face. Vale frisar que, quanto mais precoce o diagnóstico, maiores são as chances de cura

Raças com maior risco de desenvolver a doença: animais de pelagem curta e branca. Como os tumores malignos costumam aparecer na cabeça, gatos e cães bi e tricolores, como fox paulistinha, bull terrier e whippet, também podem desenvolver a doença

​Dieta sem riscos

É difícil resistir à carinha de carente do cachorro diante de uma guloseima, não? Quando o alimento em questão for chocolate, ignorá-lo é a opção mais segura. O chocolate contém duas substâncias estimulantes que afetam o sistema nervoso central e fazem muito mal ao bicho de estimação: teobromina e cafeína. “Dependendo da quantidade ingerida, o chocolate pode causar vômito, diarreia, arritmia ou convulsão em cães e gatos”, diz Tatiane Marry Sipriani, clínica-geral do Koala Hospital Animal, em São Paulo. Quanto maior a concentração de cacau, maior o perigo para o bichinho. Veja outros alimentos que podem ser tóxicos para eles:

Uva: estudos apontam que a ingestão regular da fruta pode ser responsável por casos de insuficiência renal em cães e gatos

Derivados de leite: para alguns animais, sorvete, iogurte e outros produtos com lactose podem provocar vômito e diarreia

Alho e cebola: o consumo regular de comida temperada com alho e cebola pode afetar a produção de glóbulos vermelhos e levar à anemia.

Fonte: veja.abril.com.br

Quer levar seu pet na viagem? Veterinário dá dicas para você e seu amigo se saírem bem

Sair para viajar é sempre um motivo de preocupação para aquelas famílias que têm animais domésticos. Para curtir seu passeio com tranquilidade, alguns cuidados devem ser considerados, tanto para quem vai se aventurar por aí com o pet quanto para aqueles que preferem deixá-lo em casa. E é aí que as dúvidas podem surgir. Como viajar com o pet? De avião, de carro? Devo levá-lo ou não? Quais são os cuidados necessários para cada situação? O que precisa ser considerado ao se hospedar com o animal? Como alimentá-lo no decorrer da viagem?

Para acabar com essas dúvidas e para promover o bem-estar e a saúde do animal neste momento complicado, o veterinário do Clube de Cãompo (www.clubedecaompo.com.br) Aldo Macellaro lançou um guia completo com cuidados essenciais para o pet em diferentes ocasiões.

CARRO Caso a viagem seja de carro, Aldo aconselha: “Primeiramente, a família não deve se esquecer que alguns cães não estão acostumados a andar de carro. Neste caso, antes de fazer uma viagem longa, é essencial adaptar gradualmente o pet à situação.” Uma dica é, nos fins de semana, fazer passeios com o pet no carro por um período mais prolongado.

Depois disso, os donos precisam separar um assento apenas para o cão no banco traseiro – conforme a lei, o pet não deve, em hipótese alguma, viajar no banco dianteiro – e usar o cinto especial para animais. “Isso vai segurar o pet para que ele não se locomova dentro do carro, nem cause ou sofra acidentes” ressalta o médico-veterinário. Outra boa dica é levar seu animalzinho numa caixa própria de transporte.

O ideal, segundo o veterinário Aldo Macellaro Júnior, é fazer um pré-teste dias antes da partida, independentemente do transporte escolhido (foto: Arquivo pessoal)

Algo importante a ser observado é a temperatura do ar-condicionado dentro do veículo. “Ele não pode ser muito quente, nem frio demais. Se for o caso, deixe as janelas um pouco abertas, mas não totalmente, para que o cão não coloque a cabeça para fora.” Evite horários de trânsito intenso para a viagem. Isso porque o calor excessivo pode desidratar o pet e causar mal-estar ao animal. “Em última hipótese, se o cão não se acostumar, os donos podem conversar com um veterinário de sua confiança para analisar o uso de sedativos, mas com o seguinte alerta: jamais dê uma sedação por conta própria.”

NAS NUVENS Se a viagem for de avião, o veterinário aconselha a família a se certificar das regras aplicadas para transporte de animais. “Cada companhia tem uma regra. Algumas aceitam levá-los, outras têm restrições de tamanho ou quantidade de pets que podem ser embarcados por voo. Para evitar estresse, aconselho se informar com antecedência. Alguns países exigem carteira de vacinação em dia antes do desembarque ou pede vacinas específicas. Evite surpresas em pleno aeroporto”, sugere Aldo. Caso a companhia aérea aceite seu bichinho, providencie a caixa de transporte adequada e, antes da viagem, o acostume no espaço. “Treinar o pet é ainda mais importante quando o voo é longo. Pode ser que ele entre em desespero, já que não está habituado com esse tipo de situação, o que pode causar um trauma emocional e psicológico. No dia da viagem, mantenha uma alimentação leve e uma boa hidratação, já que o ar do avião é muito seco.”

Clínica e treinamento
Ter uma clínica veterinária no país ou cidade para onde a família vai em caso de emergência é outra dica básica. Ao chegar ao destino, confira algumas regras de etiqueta para a família que está com pet. “Se você gosta de viajar com o seu pet, treine-o antes para que ele tenha uma boa socialização com pessoas e outros animais. Identifique o animal com uma coleira e leve sempre um guia. Não se deve deixar o animal solto dentro de hotéis ou lugares públicos. Algumas pessoas têm medo de cachorro e isso deve ser respeitado, além de ser uma forma de proteger o animal de possíveis machucados ou até de se perder da família”, comenta o veterinário.

Ao sair com o animal para que ele faça suas necessidades, tenha bom senso e mantenha o local limpo após o passeio. Isso é um hábito que todos os donos devem ter. Isso evita constrangimentos com o hotel ou até com autoridades locais. “Se for à praia, leve água mineral para o cão e não deixe que ele beba água do mar, pois esta pode causar distúrbios gastrointestinais e acelerar a desidratação”, alerta Aldo. Caso a família resolva não levar o animal, o veterinário aconselha a procura por casas que recebem animais, no estilo hotelzinho para animais. Mas pesquise antes sobre o local escolhido para ter a certeza de que seu amigo estará bem cuidado.

Fonte: www.em.com.br

Vai viajar nas férias? Saiba o que fazer com seu animal de estimação

Além de organizar a viagem, é preciso decidir o que fazer com o os bichos de estimação. Dá para levá-los? Ou melhor arrumar um profissional para auxiliar nessa tarefa? Para ajudar nessa escolha, listamos alguns itens que precisam ser observados em cada uma dessas situações.

Não há leis sobre equipamentos de segurança no transporte de animais de estimação dentro do carro. O Código de Trânsito Brasileiro proíbe apenas que o motorista carregue o pet no colo (multa de R$ 85,13 e quatro pontos na habilitação). Também não é permitido transportar animais em caçambas de camionetes (multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira).

Porém, a forma mais segura de levá-los é em caixas de transporte específicas para o porte de cada animal, que podem ser adquiridas em pet shops. Sem a proteção, o animal pode ser arremessado para fora do veículo em caso de acidente ou de uma frenagem brusca.

A melhor forma de acomodar as caixas é em um dos bancos do automóvel, envolvidos por um cinto de segurança específico para animais, que é conectado ao dispositivo do carro. Segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), a caixa de transporte deve excluir, obrigatoriamente, uma vaga de passageiro no veículo.

Para os cães de grande porte, melhor colocar a caixa transportadora no porta-
malas. A legislação permite que em veículos modelo hatch, aqueles em que a tampa que protege o porta-malas pode ser retirada, as caixas sejam transportadas no compartimento. Mas, atenção: em dias ensolarados, é preciso cuidado para que o sol não bata em excesso sobre a caixa – que pode custar de R$ 450 a R$ 1 mil.

Para os pets de pequeno porte, há cadeirinhas, também à venda em lojas de produtos para animais. Funcionam como bolsas protetoras e são uma boa alternativa para os cães que não resistem às janelas. Ajustadas à altura do vidro, permitem que os pets fiquem mais à vontade, mas continuem seguros. O preço varia em média de R$ 130 a R$ 250.

Os animais de grande porte podem ser transportados sentados ou deitados no banco, com cintos de segurança específicos para cada tamanho.  Os valores variam entre R$ 30 e R$ 50.

Para gatos, que são mais ariscos e se movimentam mais, também é recomendado o uso de caixas de transporte, presas com cinto de segurança. Os preços variam de R$ 100 a R$ 350.

Se a viagem de carro for muito longa, pare pelo menos a cada três horas para que o animal faça as necessidades fisiológicas, tome água e se alimente.

Alguns bichos podem enjoar durante longas jornadas no carro. Portanto, antes de sair de casa, fale com o veterinário e peça a indicação de algum remédio, para estar pronto caso isso ocorra.

Procure saber se a cidade para a qual você está indo com seu pet apresenta ocorrências de doenças infecciosas. Em caso positivo, vacine o animal preventivamente.

Se a estadia for em hotel, não se esqueça de entrar em contato com o estabelecimento para verificar se animais são aceitos.

Como você vai para um local desconhecido, coloque na coleira informações de identificação e contatos telefônicos, caso ocorra alguma fuga.

VIAGENS AÉREAS OU RODOVIÁRIAS

Em viagens aéreas ou rodoviárias, cães e gatos podem transitar no País sem a necessidade da Guia de Trânsito Animal (GTA). É obrigatório, porém, o porte de atestado de saúde, emitido por um médico veterinário inscrito no Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Companhias aéreas possuem autonomia para decidir local, formas, quantidade e espécies de animais a serem transportados. Por isso, checar as normas da empresa antes da viagem é fundamental.

Nas viagens intermunicipais, animais domésticos – cães e gatos – de até 8 quilos podem ser transportados mediante pagamento de tarifa de 50% do valor correspondente ao passageiro, com limite de dois por viagem. Os pets não podem ocupar os assentos reservados aos passageiros e devem ser transportados obrigatoriamente em caixas.

Para as demais espécies de mascotes, como aves, coelhos, furões ou iguanas, é exigida a GTA, expedida por veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura ou pelo órgão executor da defesa sanitária nos estados. No caso de espécies silvestres, é necessária autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).

Para o transporte de animais entre países é preciso obter o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), emitido pela autoridade do país de origem ou de procedência do animal. O CZI deve estar em conformidade com as exigências sanitárias do país de destino.

DEIXAR EM CASA

Se a opção for por deixar o animal de estimação em casa, é preciso que alguém fique responsável pelos cuidados dos bichos. Se nenhum conhecido puder assumir essa tarefa, existem profissionais que desempenham essa função. Eles cobram, em média de R$ 30 a R$ 60 por dia, mas o preço varia de acordo com o número de atendimentos e a localização da residência.

É preciso que a pessoa vá de uma a duas vezes diárias na casa para dar água, alimentar, limpar as fezes e urina e, no caso de um cão, por exemplo, passear com ele. Busque referências de trabalhos anteriores, afinal, você terá que deixar a chave da residência com um desconhecido.

Alguns gatos têm o hábito de dar voltas pela vizinhança. O cuidador precisa estar instruído para deixá-los sair de tempos em tempos, sob o risco de provocar um estresse nos bichanos.

Outra forma de minimizar o estresse causado pela separação dos proprietários é deixar brinquedos para que o animal se distraia.

Se o pet necessita de medicamentos, procure checar se o cuidador tem prática em administrar medicação para animais, já que muitos podem estranhar esse momento.

DEIXAR EM UM HOTEL

Uma terceira alternativa é colocar os animais em serviços especializados de hospedagem. Procure conhecer bem o local antes de viajar. Peça para visitar todas as instalações que serão ocupadas pelos bichos. Observe condições de isolamento e higiene. Se possível, busque referências de conhecidos.

O animal, antes de ir para o hotel, precisa estar com as vacinas em dia. É recomendado também que se faça um controle preventivo contra pulgas, carrapatos e verminoses.

Se o bicho possui alguma doença crônica, deixe no hotel os contatos do veterinário de rotina, caso aconteça alguma emergência.

As diárias para bichos exóticos custa, em média, de R$ 15 a R$ 30. Já para cães e gatos há mais opções com preços bastante diferentes, que podem variar entre R$ 20 e R$ 100, dependendo das instalações.

COELHOS, ROEDORES, AVES E PEIXES

Não é recomendado que esses animais façam viagens, pois quando são submetidos a situações fora da rotina com a qual estão acostumados, passam por um grande estresse.

Se forem deixados em casa, o ideal é que sejam cuidados por alguém que tenha familiaridade com as espécies, já que eles adoecem muito facilmente.

As visitas precisam ser constantes no mínimo duas vezes diariamente – já que esses animais se alimentam e ingerem água com muita frequência.

Quanto aos peixes, a periodicidade com que a água do aquário tem que ser trocada varia conforme o tamanho do compartimento. Em geral, a cada 15 dias para os pequenos e 30 para os grandes.

A higienização dos ambientes onde vivem roedores e coelhos precisa ser diária, pois eles defecam e urinam constantemente.

Se a opção for por um serviço de hospedagem, verifique se o local é especializado em receber animais silvestres ou exóticos. Observe também se o lugar possui climatização adequada, já que esses animais sentem muito frio, principalmente no período noturno.

Fonte: zh.clicrbs.com.br

Calor favorece proliferação de pulgas e carrapatos

O clima quente e úmido favorece a infestação de pulgas e carrapatos. Pets criados dentro de casa não estão livres do problema, sendo que os donos devem ficar atentos às doenças que surgem.

Cachorro se coçando

Segundo a gerente técnica da Virbac, Fabiana Zerbini, isso acontece porque esses parasitas precisam de calor e umidade para se reproduzirem e os meses entre dezembro e março são mais suscetíveis a infestações. Ela respondeu às dúvidas mais comuns!

Como cães e gatos pegam pulgas e carrapatos?

“Há maneiras diferentes de infestações. O contato com outros animais é uma das mais comuns. Alguns cães pegam parasitas durante passeios por ruas e parques, além de visitas ao pet shop”, disse.

Cães e gatos que são criados dentro de casa têm chances de contato com pulgas e carrapatos?

“Sim. É importante saber que quando falamos de infestação por pulga, apenas 5% das delas estão no animal na fase adulta. Os outros 95% estão no ambiente, nas formas de ovos, larvas e pulpas. Os proprietários de cães e gatos levam essas pulgas para dentro de casa em seus calçados ou mesmo através do contato com outros animais infestados. Por isso, mesmo animais que raramente saem de casa devem usar produtos preventivos para pulgas e carrapatos”, continua.

O que causam as pulgas e carrapatos?

“Além da coceira – causada pela alergia a picada – as pulgas, por exemplo, são responsáveis por transmitirem o Dipilidium canis (um tipo de parasita intestinal) e puliciose (alta infestação por pulgas), que podem causar anemia principalmente em filhotes e em animais debilitados”.

E os carrapatos?

“São transmissores de doenças transmitidas por protozoários (Babesiose) e por bactérias (Erliquiose). A Babesiose infecta e destrói glóbulos vermelhos e a Erliquiose destrói glóbulos brancos. São doenças que podem levar os animais a desenvolverem manifestações clínicas variáveis que se não diagnosticadas e tratadas no início levam o animal a óbito”.

Fonte: www.altoastral.com.br

18 alimentos saudáveis que vão fortalecer a imunidade do seu cachorro

Quem disse que cachorro só pode comer ração?

Lógico que há alimentos que não devem ser oferecidos a nenhum animal de estimação, como o chocolate. Mas nem todos são proibidos.

Quer ver? Trouxemos uma lista de alimentos saudáveis que podem ajudar a variar o cardápio do “melhor amigo do homem”.

1. Atum, sardinha e salmão (selvagem, do mar)

Peixe é extremamente benéfico, pois é rico em ômega 3.

Esse ácido graxo é ótimo para a pelagem do seu cão, pois a deixa mais brilhante e saudável.

Além disso, o peixe tem muitas proteínas e vitaminas.

Ou seja, quando o animal é alimentado com atum, sardinha ou salmão (selvagem, do mar), tem o sistema imunológico fortalecido.

2. Carne magra

A carne magra é altamente benéfica, pois tem muitos aminoácidos e vitaminas do complexo B.

O que isso significa?

Que seu cão terá bastante energia durante o dia – só não se esqueça de garantir a qualidade da carne.

3. Fígado

Ele tem uma função bem semelhante à da carne branca.

O fígado é conhecido como uma grande fonte de vitaminas B, A e K, além de conter ferro.

Você pode comprá-lo fresco em supermercados e cozinhar ou assar em casa.

Observação: Não exagere na quantidade de fígado que oferece ao seu cachorro, pois esse alimento, em grande quantidade, é tóxico.

Não dê mais do que 1 grama de fígado fresco por quilo de peso corporal do seu animal – e o consumo pode ser diário.

4. Aveia

Ela é rica em fibras, o que é essencial para o seu cão (principalmente se ele já for velho), pois tende a sofrer com problemas de irregularidade intestinal.

Cozinhe a aveia antes de servir.

5. Batata-doce

Ela é uma grande fonte de vitamina B6, C, betacaroteno e manganês.

No entanto, precisa ser consumida pelo seu cão depois de cozida no vapor.

6. Ovo

É excelente para a dieta dos cachorros, é um verdadeiro suporte de proteínas.

7. Salsa

É uma boa fonte de betacaroteno, potássio e cálcio.

Além disso, combate o mau hálito dos peludinhos – basta adicionar algumas colheres de sopa de salsa picada na comida.

8. Pera

Pode deixar seu cão comer peras, mas remova as sementes, pois são tóxicas para eles.

9. Queijos e requeijão

O queijo é rico em gordura

Por isso escolha os que têm baixo teor de gordura.

Queijo cottage é uma ótima escolha – é rico em cálcio e proteína.

No entanto, certifique-se que o seu peludo não é intolerante à lactose antes de adicionar esse lanche à dieta dele.

10. Iogurte grego

Assim como o queijo, o iogurte grego é rico em cálcio e proteína.

Iogurtes com bactérias do bem são bons para o sistema digestivo do seu cão.

Observação: Escolha iogurtes que não contêm açúcar ou adoçante artificial.

11. Pipoca

A pipoca é um lanche de baixa caloria.

Ela contém potássio, o que é ótimo para os ossos, além de sais minerais, como cálcio, magnésio e fósforo.

Só tenha atenção para não colocar nem sal nem manteiga.

12. Linhaça

Ela é uma grande fonte de ômega-3, que é ótima para a pele e pelagem de seu cão.

Tanto as sementes como o óleo de linhaça devem ser armazenados na geladeira, dentro de um recipiente hermético e escuro.

13. Ervilhas

Elas são uma grande fonte de potássio, fósforo e vitamina B.

Você pode acrescentá-las na dieta do seu cachorro.

Prefira ervilha natural, pois a em conserva tem normalmente muito sal.

14. Brócolis

Este vegetal é rico em vitaminas e bastante nutritivo para os cães.

No entanto, você precisa garantir que a dieta do seu amiguinho não vai ter muito brócolis.

caso contrário, se ele consumir brócolis em excesso, pode ter uma irritação gastrointestinal.

14. Cenouras

Elas são de baixa caloria e ricas em fibras e betacaroteno.

Além disso, maravilhosas para o desenvolvimento e limpeza dos dentes caninos.

15. Alga Nori

Esta alga é rica em clorofila, proteínas, fibras, vitamina C, E e todas as formas de vitaminas B.

Além disso, em sua composição, podemos contar com a presença de minerais, como cobre e zinco, excelentes para regular o metabolismo do seu cão.

16. Fatias de maçã (sem as sementes)

As maçãs são uma boa fonte de vitamina A e C, além de fibras.

Alimentando o seu cão com fatias de maçã, você estará ajudando na limpeza dos dentes caninos, pois a maçã remove os resíduos que ficam nos dentes – não se esqueça de tirar as sementes antes de oferecer a fruta.

17. Salada de frutas

Uma boa salada de frutas para os cachorrinhos é a mistura de melão, maçã (sem sementes), banana, melancia e morango.

18. Coco e óleo de coco

São altamente benéficos para as pessoas e cães.

O coco contém ácido láurico, que destrói bactérias patogênicas e diferentes formas de vírus.

Fonte: mundodoscachorros.com