HOMEOPATIA ANIMAL
HOMEOPATIA VETERINÁRIA

Envenenamento em gatos que causa a morte, infelizmente, não é incomum. O gato é um animal muito curioso, e isso muitas vezes pode fazer com que ele mexa em determinados lixos onde contém materiais de risco, e ainda, faça com que ele invada residências e cause a ira de alguém.

Muitas vezes não podemos fazer muito para ajudar, mas de qualquer forma, reconhecer a situação que o gato se encontra já ajuda para levar ao veterinário o quanto antes e evitar que ele morra.

Assim, nesse artigo vamos apresentar quais são os sintomas que os gatos envenenados apresentam e formas de salvá-los e tratá-los caso essa situação aconteça.

Sintomas apresentados pelo veneno

  • Vômitos e diarreias (com sangue)
  • Salivação excessiva
  • Tosse e espirros
  • Irritação gástrica
  • Irritação da zona da pele que entrou em contato com o tóxico
  • Dificuldade em respirar
  • Convulsões, tremores e espasmos musculares involuntários
  • Depressão
  • Pupilas dilatadas
  • Debilidade
  • Dificuldade de coordenação nas extremidades por problemas neurológicos (ataxia)
  • Perda de consciência
  • Micção frequente (urinar muitas vezes)

Primeiros socorros

Ao reconhecer os sintomas presentes em um gato envenenado, o ideal é levá-lo a uma clínica veterinária imediatamente. Caso a opção seja atendimento domiciliar, peça para alguém ligar para o veterinário enquanto você tenta estabilizar o gato. Siga alguns passos:

  1. Deixe-o em um ambiente arejado e iluminado
  2. Tentar retirar a fonte do veneno se possível
  3. Não induza o vômito com o intuito de “remover” o veneno e achar que ele irá ficar bem, dependendo da fonte do veneno ele pode ficar mais fraco, ou ainda, ter seu esôfago agredido pelas substâncias.
  4. Tente dar o máximo de informações possíveis ao veterinário
  5. Caso o veterinário autorize (enquanto ele não chegue) dê água ao gato
  6. Caso o veneno tenha sido através da contaminação diretamente no pelo, procure tentar remover o máximo que conseguir, ou até mesmo cortar parte do pelo contaminado.

Tratamento de diferentes fontes de envenenamento

O tratamento deve ser feito por um médico veterinário, afinal, ele saberá qual o tratamento mais indicado para seu animal. Por isso, é extremamente importante que você analise bem e o informe tudo que possa ajudar para o tratamento do seu gato, principalmente a fonte do veneno.

Com isso, depois de tratado, é importante fazer um acompanhado para verificar se o veneno saiu do corpo e se ele está bem. Ademais, é necessário que você o mantenha sempre distante da fonte que lhe causou tudo isso.

Lembre-se que violência animal é crime, em caso de desconfiança, denuncie!

Acompanhe as redes sociais da Arenales e fique por dentro de dicas e assuntos voltados ao universo animal! Até a próxima.

    12.04.2019

    Postado em Gatos

    Os medicamentos homeopáticos para animais são respondidos por estes da mesma maneira que com as pessoas. Ainda, há muitas semelhanças entre problemas de saúde animal e humana, como também, importantes diferenças.

    Homeopatia para animais

    No entanto, como a escolha do medicamento se baseia nos “sintomas” apresentados, esse não é um problema para o prescritor homeopático.

    Assim, é importante consultar um veterinário para problemas crônicos e quando a situação não estiver ao alcance dos seus conhecimentos de homeopatia.

    Quando surgiu a homeopatia?

    Há 200 anos Samuel Hahnemann desenvolveu a homeopatia, um sistema terapêutico que ficou conhecido no Reino Unido, América, Europa e Ásia e, em menor escala, na Austrália.

    Dessa forma, a homeopatia segue as leis científicas definitivas das preparações prescritas e curativas, que são tão verdadeiras hoje quanto eram na época do Dr. Hahnemann.

    • lei dos semelhantes
    • Experimentação
    • Doses mínimas
    • Remédio único

    Mas o que é a homeopatia para animais?

    Sobretudo, a homeopatia para animais (assim como para os humanos) é um tipo de tratamento para quase todos os tipos de doenças psicológicas e físicas.

    Além de tratar doenças, a homeopatia para animais também ajuda a prevenir. 

    Como usar a homeopatia para animais?

    Cada medicamento homeopáticos para determinado animal tem seu modo de uso. Com isso, a Arenales possui diversos Fatores® para os mais diversos tipos de animais, como cachorro, gato, bovinos, aves, equinos, suínos, ovinos, caprinos, peixes.

    No Site da Arenales você pode consultar o modo de usar para cada Fator® homeopático. A Arenales é uma empresa que atua no segmento homeopático veterinário, possuindo recursos que controlam e previnem patologias. Conheça mais sobre seus produtos aqui

      A insuficiência renal que acomete humanos, também se manifesta em animais. Assim, março é reconhecido como o mês do cuidado e prevenção a doenças dos rins.

      No entanto, é importante entender que os cães e gatos têm com frequência essas enfermidades, e por isso, precisa-se tomar os devidos cuidados para prevenir e garantir a saúde do seu pet.

      Afinal, um diagnóstico precoce é fundamental para evitar problemas mais graves com o seu animalzinho. Pensando nos pets e pensando na conscientização da prevenção contra às doenças renais em cães e gatos.

      A Arenales selecionou algumas dicas para te ajudar a lidar com seu animalzinho de estimação.

      Quais os sintomas?

      • Perda de apetite
      • Perda de peso
      • Aumento ou diminuição no consumo de água
      • Aumento ou diminuição de frequência urinária
      • Cansaço/fraqueza
      • Vômitos
      • Feridas na boca/ mal hálito
      • Deterioração na pelagem

      Diagnóstico: Exames de sangue, urina e ultrassom abdominal, para ter uma noção sobre as doenças renais.

      Como saber sobre as doenças renais?

      As doenças renais, age de forma silenciosa. Portanto, quando os sintomas começam a se manifestar, é porque apenas 20% dos rins do seu animal estão funcionando normalmente. Assim, fica difícil o tratamento para os animais que estão em estágios avançados como esse.

      Contudo, é imprescindível uma vista periódica com um médico veterinário, para que a descoberta da doença seja feita o mais breve possível. Além disso, a importância de um acompanhamento é essencial para que haja uma atenção com a saúde do pet.

      Recomenda-se que pelo menos uma vez por ano o seu animalzinho esteja fazendo exames gerais, a fim de detectar qualquer problema.

      Entretanto, atualmente existem novos testes capazes de identificar a doença ainda quando 25% dos órgãos estão comprometidos. O que já agiliza o tratamento da doença.

      Apenas um médico veterinário poderá indicar o melhor tratamento a se fazer, e uma boa alimentação contribui diretamente para a melhora dos quadros.

      Terapias e formas de tratamento

      Após a consulta com um especialista veterinário e suas orientações, é possível amenizar sintomas e ainda contribuir para a qualidade de vida do seu animalzinho.

      A Arenales trabalha com o FATOR RENAL PET, na qual é um Medicamento Homeopático Complementar em Insuficiência Renal e suas manifestações clínicas.

      Além de não apresentar riscos de intoxicação com que irá manipulá-lo, ele atende as boas normas de fabricação e qualidade dos medicamentos de uso veterinário.

      Ademais, ele é indicado como medicamento homeopático  em:

      • Nefrites
      • Nefroses
      • Supressão urinária
      • Degeneração renal
      • Uremia
      • Proteinúria
      • Urina Sanguinolenta com febre
      • Vômitos
      • Desidratação

      Dessa forma, é possível sim cuidar do seu melhor amigo! Esteja sempre indo atrás de deixar os exames em dia, busque tratamento e conte com a Arenales sempre!

      Você encontra no site da Arenales diversos medicamentos homeopáticos que pode ajudar a situação do seu pet.

      Ajude a promover a conscientização da prevenção das doenças renais! Infelizmente ela acomete muitos animais, entretanto, passa despercebido. Não espere ser tarde demais para buscar tratamento, comece agora.

      Até a próxima!

        25.03.2019

        Postado em Sem categoria

        Assim como nós, a longevidade dos gatos também vem aumentando nos dias atuais. Com ela, a busca de informações por cuidado, alimentação e tratamento com os mesmos.

        Podendo ser considerados idosos a partir dos 9 ou 10 anos de idade, é normal que o pet diminua seu ritmo, fique mais calmo, passivo… as mesmas manias permanecem com um pouco menos de agitação.

        Sobretudo, os gatos ficam mais intolerantes ao calor e frios extremos, procurando lugares mais aconchegantes para ficarem.

        Aqui vão algumas dicas para identificar a 3° idade nos bichanos e como diminuir riscos:

        Miados podem indicar comportamento dos felinos idosos

        Alguns estudos a respeito do comportamento animal, apontam que o alto miado se relaciona ao fato de se sentirem “perdidos” conforme a idade chega. Por isso aumentam o tom para “chamar” seus donos ou amigos pets.

        Escovação da pelagem dos gatos

        Com a idade, os gatos vão parando de remover os pelos do corpo com a língua com a mesma frequência. Portanto, escove-o diariamente tirando o excesso dos que já estão soltos, se forem engolidos se tornarão bolas de pelos no estômago, levando os gatos a vômitos. A escovação também auxilia na circulação do sangue e torna os pelos mais bonitos.

        Não mude seu bichano idoso de ambiente

        Além de causar estresse ele demoraria um grande período para se acostumar com o novo local e se comportar normalmente. Como também, é bom deixar um objeto familiar por perto, seja um cobertor, almofada ou brinquedo e isso pode evitar que o gato fique muito espantado no início.

        Cuidado com a alimentação!

        Em primeiro lugar, procure prestar atenção na alimentação dele. Com o passar dos anos, o apetite diminui, sendo que não podem permanecer muito tempo em jejum, podendo entrar em lipidose hepática, uma doença no fígado.

        Exercitar é essencial para os animais!

        Exercícios nessa fase também contam muito! Afinal, não só controlam o peso, mas também a saúde em geral. Por exemplo, com a artrite os músculos deles começam a se atrofiarem. Portanto, brincar regularmente promove elasticidade, aumenta a circulação sanguínea e promove os tônus muscular.

        O envelhecimento é um processo natural. Mesmo que ocorram mudanças físicas complexas, algumas alterações podem ser controladas. Assim, a chave para um envelhecimento saudável do seu felino está em se atentar e reduzir fatores de risco a saúde.

        A Arenales Homeopatianimal®   possui uma linha de medicamentos homeopáticos veterinários para a melhor idade dos felinos.

        Portanto, conheça em nossa página www.arenales.com.br  o FATOR RENAL PET®, FATOR HEPA PET®, FATOR DIARTRO® e FATOR PULMO-COR®!

          08.03.2019

          Postado em Gatos

          Sabia que existem sinais engraçados que podem indicar um pedido de ajuda do seu pet?

          Eles são sempre carinhosos, amáveis, confortantes e muitas vezes conseguem tirar boas risadas devido algumas situações.

          Afinal, é muito comum as pessoas gravarem e se divertirem das trapalhadas dos cãezinhos, mas é importante entender que há comportamentos engraçados que podem indicar que o seu pet está precisando de ajuda.

          Por isso, neste post você verá quais sinais o seu cachorro apresenta e porque deve procurar um especialista veterinário!

          Conheça os 5 sinais engraçados dos cães que podem significar algo mais sério:

          Perseguir a própria cauda:

          Quem nunca se deparou com uma cena do cachorro perseguindo a própria cauda? É muito comum isso e também muito sério; até porque, quando os pets começam a perseguir a cauda, significa que eles podem estar com problemas na coluna como dores, ou ainda, problemas na pele.

          Há também a possibilidade do seu pet estar sofrendo de alguma desordem compulsiva, tal como acontece em nós humanos.

          Portanto, não deixe de procurar ajuda assim que registrar cenas como essas. É a saúde do seu pet em jogo!

          Agachar-se

          Outro sinal engraçado que pode indicar um pedido de ajuda do seu cão é quando ele se agacha.

          Vale ressaltar que apesar de ser muito comum é preciso ficar de olho quando ele agacha. Até porque, é normal eles fazerem isso na hora que estão brincando.

          Se o seu pet der sinais fora do momento de lazer, saiba que ele pode estar com dores abdominais. Ainda, é capaz de ser alguma pancreatite, na qual é uma das dores abdominais mais graves.

          A pancreatite se desenvolve após uma dieta a base de alimentos gordurosos, ou ainda quando os cães filhotes apresentam dificuldades para se alimentar, além de vômitos.

          Dessa forma, uma visita ao veterinário é emergencial!

          Coçar as orelhas com as patas traseiras

          Comumente visto pelos donos dos cães, é a coceira nas orelhas. A princípio pode parecer engraçado, porém se o cãozinho continuar significa que há a presença de algum parasita.

          É muito importante que seu pet faça um controle de pulgas, pois além de incomodar a rotina também pode causar lesões e vermelhidão na região que coça.

          Esfregar a cara no chão

          Quando o cãozinho esfrega a cara no chão, pode ser facilmente confundido como um sinal de afeto.

          Entretanto, saiba que além de poder ser algum tipo de coceira na região, pode significar também inflamação nos olhos e ouvidos.

          Deste modo, se a irritação no seu pet for extrema a ponto de aparecer feridas e quedas de pele, leve urgentemente ao médico veterinário.

          Arrastar o traseiro no chão

          Neste caso, o seu cãozinho pode estar passando por um momento de dor e coceira intensa. Muitas vezes eles chegam a lamber e a tentar morder a região para aliviar o incômodo. Portanto, saiba que não é normal presenciar cenas como essas, embora muitos ainda ignoram.

          Esse sinal pode significar inflamação da região anal nas glândulas, na qual produzem um odor ruim que apesar de consideramos ruim, outros cães percebem isso como identificação. Por isso é comum ver os cães colocarem o focinho nos traseiros dos demais.

          Dessa forma percebe o quanto é importante ter um cuidado especial com o animalzinho, uma vez que, nem sempre uma coisa engraçada ou fofa é motivo de entretenimento e sim de algo mais sério!

          Por isso, ficar de olho constantemente verificando cada comportamento, já é fundamental para garantir uma melhor qualidade de vida para o pet.

          Até porque, imagina se fosse uma situação contrária? Ninguém iria gostar de não ser cuidada e amada. Quem ama cuida, e visitas rotineiras ao Médico Veterinário de confiança é de suma importância.

          Arenales está sempre buscando te ajudar com a vida dos bichanos! Visite a loja.

            26.02.2019

            Postado em Sem categoria

            Mesmo seu cachorro sendo filhote, é importante leva-lo a um veterinário para saber se ele tem tendência a futuras doenças oculares, como o glaucoma, a catarata ou outra inflamação. Aliás, assim como nós humanos, os cãezinhos também possuem disposição a desenvolver esses tipos de doenças. Portanto, exames periódicos com um Oftalmologista Veterinário é fundamental para se prevenir o quanto antes.

            Embora possa parecer simples, existem doenças oftalmológicas que se não tratada com frequência pode piorar. Por isso vamos te ajudar a ficar atento quanto alguns sinais que o seu pet pode apresentar, a fim de evitar que problemas futuros surjam.

            Dica para o dono:

            Todo dono ama demais o seu cãozinho, portanto, é imprescindível ter em mente que a falta de higiene com o pet e a exposição de machucados, pode ajudar a desenvolver uma troca de bactérias que vem a promover doenças oculares, assim como ocorre em humanos.

            Sintomas de doenças oculares:

            Percebeu que seu cachorro anda muito incomodado com os olhos ou apresenta algum comportamento mais impaciente? Fique em alerta, pois pode ser sinal de um mal maior.

            • Coça os olhos com frequência;
            • Inflamação nos olhos;
            • Lacrimeja;
            • Sensibilidade à luz;
            • Olhos avermelhados;
            • Esbarra em objetos da casa ou por onde anda;
            • Mudança na cor dos olhos.

            Esses são alguns dos sintomas anormais que seu cachorro pode apontar. Para tanto, para obter um tratamento adequado, é necessário um diagnóstico precoce da doença. Dessa forma, não deixe que sinais passam despercebidos para que não seja tarde demais.

            Doenças mais comuns:

            Conjuntivite: Diferente do que acontece em nós humanos, a conjuntivite não é passada para o próximo. Então fique despreocupado se você acha que por causa de um cachorro os dois terão essa doença, haja vista, ela não é contagiosa. Acontece que a conjuntivite é causada muitas vezes por ações climáticas e poluição.

            Sintomas: Olhos vermelhos; secreção esverdeada; pálpebras superiores inflamadas acompanhadas de lacrimejamento.

            Catarata: Uma das principais razões que causam a cegueira em cães, a catarata apresenta os primeiros sintomas com uma mancha branca nos olhos provocando opacidade na íris dos cães. É importante tratá-la o quanto antes, caso contrário é possível que o seu pet tenha a visão obstruída por completo.

            O cristalino opaco dos olhos pode ser retirado em cirurgia. Caso seu cãozinho apresente diabetes ou recentemente levou uma pancada no olho, é imprescindível que você fique em alerta quanto ao surgimento da catarata.

            Glaucoma: Hipertensão ocular, como é comumente conhecida, ocorre quando há um aumento da pressão sanguínea no olho, sendo manifestada após uma inflamação ocular. Como também, a cor dos olhos se torna azul com o passar do desenvolvimento da doença.

            Apesar de não existir cura, com um diagnóstico precoce é possível que ela seja controlada com colírios que devem ser tomados durante toda a vida.

            Na Arenales Homeopatianimal® você encontra os melhores produtos para prevenção, tratamento e diversos problemas com seus bichinhos. FATOR OCCULUM® é mais um medicamento homeopático com a qualidade Arenales. É indicado como medicamento homeopático complementar para conjuntivites, glaucoma, cataratas, paresias, nistagmos, alteração na acomodação pupilar e úlcera de córnea em cães e gatos.

              08.01.2019

              Postado em Cães

              adestrar seu cachorro

              Muitos sonham que seus animais de estimação sigam as ordens do dono não é mesmo? Adestrar um cachorro de forma amadora pode parecer uma tarefa difícil, ainda mais quem não faz ideia de como começar a treinar o pet.

              Precisa de muita paciência e dedicação durante o processo. É substancial que você tenha em mente como funciona a mente do seu cachorro, uma vez que existem raças muito fáceis de adestrar como também existem raças que pode acabar tirando sua paciência. Por isso mantenha a calma e tente não sair dos trilhos na hora de adestrar o seu cachorro!

              Separamos alguns truques e dicas que vai te ajudar na hora te adestrar seu cão.

              dar a pata

              Ensine-o a dar a patinha

              Sem dúvidas todo mundo que vai começar a treinar o cachorrinho tem a intenção de ensiná-lo a dar a patinha. É fácil se feito com frequência. Segure um petisco e dê a mão ao seu cachorro (de preferência a mão diferente do petisco). Em algum momento ele vai colocar a pata na sua mão. É nesse momento que você vai entregar a recompensa e fazer carinho.

              Não esqueça de dizer o comando, como “dê a pata” ou outra forma que você preferir.

              Ensine-o a marcar território

              A coisa mais desagradável é ver as necessidades do seu animalzinho em todo canto da casa por falta de disciplina. É necessário, portanto, que comece a criar o hábito de colocar jornais e sempre levar o cachorro para lá.

              Esse truque demanda um pouco mais de tempo, não pense que do dia para a noite o seu cachorro vai entender que ali é o “banheiro” dele. Também é importante reparar a que momento do dia seu animal sente mais vontade de se aliviar, assim, toda vez que ele fizer suas necessidades em um lugar inapropriado, repreenda-o no momento do ato!

              Ensine-o a rolar

              Antes de ensiná-lo a rolar no chão é preciso treiná-lo para que ele deite. Funcionará quase da mesma forma como dar a pata. Pegue um petisco e vá abaixando a mão até o momento que o cachorro se deitar. Logo em seguida dê o petisco para ele entender que atingiu o objetivo que você queria.

              Para fazê-lo rolar, repita o comando anterior e depois leve o petisco para trás do rosto e vai fazendo um círculo. Ele vai ficar curioso e acompanhar sua mão, assim ele irá rolar!

              Ensine-o a sentar

              Fazer o seu cachorro sentar deve surgir de forma natural! No momento que você ver ele sentando elogie-o. É o mais básico e com isso não é complicado. Pegue um petisco e levante para que o cachorro visualize, em seguida vai abaixando a mão até o cachorro sentar.

              Esse comando deve ser feito com frequência e a recompensa precisa ser dada no momento que o seu pet senta. Com isso use uma palavra para que ele associe, como “SENTA”

              Dicas:

              Como visto, as recompensas são importantíssimas no processo de adestramento. O cachorro irá associar isso como algo bom e sempre irá seguir o seu comando.

              Outra dica importante é nunca deixar o cãozinho ficar entediado, tente sempre equilibrar o treinamento. Reserve 15 minutos do dia para se dedicar ao treino.

              Também é imprescindível que durante o procedimento você não bata nele. Cachorros precisam da confiança com o dono, então seja sempre amigável e repreenda-o apenas nas horas que ele não seguir o comando. Quando fizer algo errado apenas diga “NÃO” de forma autoritária mostrando que é você quem manda.

              Gostaram dos truques? Adestrar seu cachorro não é tão complicado quanto parece. Conte para gente se você já usou algum comando desse post.

                18.12.2018

                Postado em Sem categoria

                cachorro-com-medo-de-sair-de-casa

                Se você é apaixonado por seu pet, vai concordar conosco: passear com ele é um dos momentos mais prazerosos do dia. Levá-lo ao parque, andar pelo bairro, fazer uma leve caminhada ou qualquer outro passatempo que você e seu anjo de quatro patas possam ter juntos.

                Entretanto, alguns peludos não acham esses programas tão divertidos e apresentam medo ou apreensão no momento de sair de casa. Quando isso acontece, o que fazer? Qual a causa desta reação e como podemos ajudar o pet a relaxar durante o passeio?

                SINAIS DE MEDO E POSSÍVEIS CAUSAS:

                O medo que seu pet sente no momento em que você deseja levá-lo para passear pode ser expressado de diferentes maneiras: tremedeira, coração acelerado, respiração rápida, tentativas de fuga, urinar ou defecar.

                Tal reação pode estar ligada a algum trauma vivido anteriormente por seu pet ou a forma com que ocorreu a socialização do mesmo quando filhote. Sendo assim, é importante entender a raiz do problema para resolver com muito amor, carinho e paciência.

                Referente a socialização, os primeiros meses de um cachorro são fundamentais para definir seu comportamento num ambiente externo ao longo de sua vida. Isso porque, neste período, ao expor seu pet a diferentes situações (barulhos, pessoas, animais), você irá habituá-lo a tais ambientes, evitando que o mesmo sofra futuramente com medos excessivos.

                Lembrando que há algumas restrições para os pequenos durantes estes primeiros meses, se tornando essencial a orientação com o veterinário para descobrirem a melhor maneira de trabalhar a socialização do seu fofuxo.

                Outra possível causa do medo, pode ser as más experiências do seu cãozinho com os passeios:

                • Ser mordido por outro cachorro durante um passeio;
                • Quase ter sido atropelado na rua;
                • Passear de carro apenas quando vai ao veterinário;
                • Ter sofrido com enjoos em seus últimos passeios de carro.

                Entre outros possíveis traumas que possam gerar uma resistência no momento de sair de casa.

                COMO LIDAR COM O PROBLEMA?

                passeando-com-o-seu-cao

                Sabemos que você sofre tanto quanto o seu fofuxo nestes momentos de medo, por isso, seguem algumas dicas de como lidar com este problema:

                • Sem pressão: Dê ao seu companheiro a chance de ganhar confiança, estando por perto e permitindo que ele tome atitude. Nunca grite ou aja com agressividade nestes momentos, estas atitudes apenas pioram a situação;
                • Lar doce lar: Nada como nosso lar, não é mesmo? Portanto, os primeiros passos podem ser no seu quintal, onde o seu pet terá sua casinha ou um espaço que ele sinta segurança como válvula de escape caso sinta necessidade;
                • Não se esqueça dele: Estabelecer e cumprir uma rotina ajuda seu Pet a se habituar com o espaço e problemas do mundo externo a sua casa. Portanto, saia quantas vezes for possível e não permita períodos longos sem dar uma voltinha.
                • Mude as referências: Se o seu pet só entra no carro apenas para ir ao veterinário ou fazer programas que não o agradam, comece a mudar essas referências, fazendo associar as saídas de carro com passeios divertidos e prazerosos;
                • Ignore o medo: Ao perceber que seu fofuxo encontra-se com medo, aja com naturalidade e ignore sua reação, ainda que pareça difícil, isso o fará perceber que tal medo é desnecessário, pois tudo está sob controle;
                • Confiança se ganha no caminho: Faça brincadeiras com bola ou brinquedos que ele esteja habituado, acompanhado de carinho e recompensas (petiscos) quando houver progressos. Isto criará um vínculo entre você e seu Pet que será essencial quando o assunto for sair da zona de conforto;
                • Coleira não: Para muitos cachorros a coleira pode representar um risco iminente, portanto, use mais vezes, deixando-o livre dentro de casa, nos ambientes conhecidos ou durante as brincadeiras, assim ele vai deixar de se apavorar quando ver o objeto;
                • Um passo de cada vez: Inicie os passeios ganhando espaço dia após dia. No início, permaneça na calçada, deixando conhecer e se familiarizar com novos cheiros, áreas, pessoas ou sons que possam ser encontrados;
                • O que foi isso?: Caso ele se espante com barulhos ou pessoas durante o passeio, não dê importância, acelere o passo recobrando a atenção do companheiro na caminhada que estão fazendo juntos;
                • Calma: Tenha paciência, afinal não é da noite para o dia que se esquece uma vida de medos e inseguranças. Confie no seu Pet, não desista, e verá que logo os passeios e momentos juntos se tornarão inesquecíveis.

                Se o seu pet continuar a demonstrar medo após colocar todas estas dicas em prática, o mais indicado é buscar orientação com um médico veterinário.

                  14.12.2018

                  Postado em Cães

                  Assim como nós humanos, as aves estão sujeitas às infecções respiratórias. Aliás, é muito comum tais animais apresentarem esse tipo de problema, uma vez que, possuem um sistema respiratório delicado. Enquanto os mamíferos respiram pelos músculos abdominais e os intercostais e apresentam diafragma, as aves não apresentam esse último. Ademais, os pássaros possuem os pulmões rígidos sendo incapazes de se expandirem e manter a reserva de ar.

                  Para tanto, as aves foram evoluindo e se adaptando às exigências que sua capacidade de voar exigia tendo assim uma alta taxa de metabolismo. Como também, são afetadas por toxinas mais rápido que em humanos. Portanto, é muito difícil os donos identificarem os sintomas, logo que as doenças respiratórias evoluem rapidamente.

                  Quais os sinais de infecções respiratórias em Aves?

                  O movimento da cauda entrega ao dono o sinal do problema que está acontecendo, por isso é importante você ter ciência de pequenos gestos que emanam da sua ave. Toda vez que a ave respira, a cauda dela movimenta-se para cima e para baixo. Porém, nas aves que são saudáveis esse movimento passa despercebido. Assim, se você perceber que o movimento é muito perceptível quando ela estiver em repouso, saiba que ela pode estar com problemas respiratórios. Então repare sempre no movimento da cauda, pois ela é a que melhor passa o sinal de que a doença está em seu pássaro.

                  Outros sinais de problema respiratório

                  Descarga nasal ou ocular: Secreção saindo pelas narinas ou nos olhos pode ser sinal de problemas respiratórios, independente se for um corrimento mais espesso ou mais líquido.

                  Nariz entupido: acontece quando as vias aéreas são bloqueadas.

                  Respiração difícil: prestar atenção no ritmo da respiração da ave é importante para detectar se a ave está tendo dificuldades para respirar.

                  Perda de peso: problemas respiratórios faz com que muitas aves percam o apetite levando à perda de peso, por isso é bom observar se seu pássaro está se alimentando.

                  Espirros ou tosse: quando as aves espirram ou tossem e fazem outros sons como se estivessem gemendo, pode ser indicação de um problema na respiração do seu pássaro.

                  Mudança no tom de voz: A zona onde se encontram as cordas vocais pode ser um índice de infecção na traqueia e com isso sua ave apresentar alteração na voz.

                  Doenças comuns:

                  • Aspergilose: Comum em papagaios cinzentos
                  • Ácaros traqueais: Comum em canários, periquitos e fringilídeos
                  • Psitacose/ Clamidiose: Comum em periquitos, papagaios amazônicos e caturras. É uma doença transmissível ao homem.

                  Causas:

                  Um dos fatores que podem provocar esses problemas respiratórios é o stress, que acabam enfraquecendo o sistema imunitário tornando as aves mais suscetíveis a infecções. Como também, uma má alimentação ou falta de alimentos ricos em vitamina A, contribui para o mal dos pássaros. Ademais, é imprescindível que você coloque seu animal com asas em um ambiente higiênico para evitar surgimento de parasitas.

                  O FATOR INFECÇÕES AVES® é indicado para o controle de infecções respiratórias e intestinais em aves.

                    14.12.2018

                    Postado em Sem categoria

                    cuidados com o pássaro

                    Não são somente gatos e cachorros que se tornam bons animais de estimação. Apesar de serem mais comuns, as aves também se encaixam nesse perfil. Cuidados com o pássaro é fundamental! Não pense que é fácil escolher um pássaro, colocá-lo em uma gaiola e dar uma visitinha uma vez ou outra. As aves domésticas precisam de certos apelos que muitas vezes, você, que está pretendo adquirir um novo amigo com asas ainda não sabe!

                    Separamos algumas dicas importantes para saber se realmente está preparado, e caso ainda não esteja, depois desse post você estará bem confiante!

                    A escolha:

                    Conheça qual a espécie/raça você está pretendendo levar para casa. Isso porque existem infinitas raças que podem ser listadas como mais exigentes tendo um temperamento nada legal. Pesquise muito, converse com o vendedor e veja se você está apto para arcar com suas despesas. Caso você seja novato nesse novo mundo, recomendamos que escolha aves mais conhecidas para serem domesticadas como as calopsitas, papagaios ou periquitos.

                    Abrigo:

                    Se você está querendo trazer duas aves de uma vez, cuidado! Como já dito antes, conheça a espécie. Deixar em contato dois pássaros que ainda não se conhecem, pode ser complicado, por isso tenha em mente uma gaiola adequada. Recomendamos que você compre uma gaiola que dê a possibilidade da ave poder abrir suas asas independente do canto que ela tiver, para que assim ela não se sinta limitada.

                    Certifique-se do lugar em que essa gaiola será colocada! As aves requerem muito cuidado devido à temperatura.  Dependendo da região que você mora a espécie que está trazendo tem uma origem de clima totalmente diferente do seu. Devido a isso, faça com que sua ave se sinta o máximo confortável em seu habitat.

                    Transporte:

                    Na hora de trazer sua nova amiga, tenha em mente uma gaiola adequada para o transporte. Além disso, recomenda-se que jogue uma toalha sobre a gaiola para dar privacidade a ela. Durante o percurso, para evitar que fique balançando segure-a firme.

                    E não esqueça de ver se sua ave está respirando, deixe sempre uma fresta de ar para ela poder respirar!

                    Alimentação:

                    A quantidade de alimento varia de espécie para espécie, o mesmo serve para o tipo de alimento. Não vá imaginando que todas as aves se alimentam da mesma comida. Portanto, pesquise sobre as preferências que sua ave requer. Uma vez ou outra é legal levar frutas ou vegetais que você come a ela pois é muito saudável.

                    Estímulo:

                    Ficar em uma gaiola a maior parte do tempo pode ser entediante. Por isso, torne a rotina de sua ave mais interessante e estimulante! Coloque diversos brinquedos e varie sempre. Isso ajudará muito a se livrar do tédio.

                    Higiene e saúde:

                    E sem dúvidas a mais importante e vital dica para sua ave! Limpe a gaiola de seu pássaro frequentemente, apare suas penas, jamais deixe as vasilhas de comida embaixo de galhos pois elas podem defecar em cima e ser nada agradável. Também, recomendamos que você use alguns jornais velhos no fundo da gaiola para facilitar a limpeza. Visitas a um (a) Médico (a) Veterinário (a) especialista em aves é de suma importância.

                    Produtos essenciais para cuidar da vida do seu novo animalzinho você encontra na nossa loja Arenales!

                    Gostou? E agora? Está mais confiante para trazer o novo membro da família? Conte para gente!

                      10.12.2018

                      Postado em Aves