Todos os posts do mês janeiro, 2017

Como perceber a infecção em animais

A infecção em animais pode ser facilmente tratada quando descoberta logo no início e se o animalzinho receber acompanhamento e os cuidados necessários desde então.  Os principais sintomas não causam estranhamento na rotina, e esse é um dos motivos que dificultam a descoberta das infecções logo no começo. Mesmo com a correria do dia a […]






A infecção em animais pode ser facilmente tratada quando descoberta logo no início e se o animalzinho receber acompanhamento e os cuidados necessários desde então.  Os principais sintomas não causam estranhamento na rotina, e esse é um dos motivos que dificultam a descoberta das infecções logo no começo.

Mesmo com a correria do dia a dia é preciso estar atento a todos os sintomas, por mais simples que sejam. Confira 10 dicas e saiba como perceber a infecção em animais o mais rápido possível:

cachorro com infeccao

1) Perda de Pelo 

É comum os animais perderem pelos, mas geralmente acontece quando o animal toma banho, é penteado, etc. Se a queda dos pelos acontecerem constantemente sem motivo, algo de errado está ocorrendo.

2) Febre 

A febre é um sintoma que requer mais atenção. Se o seu animal estiver quieto demais, muito tempo deitado verifique sua temperatura.

3) Falta de Apetite

Que animal não gosta de comer bem? A falta de apetite é um dos principais sintomas. Não ache ‘’comum’’ ou pior ainda ‘’frescura’’ se seu animal começar a deixar restos nas vasilhas. Procure estimular, ou até mesmo trocar a ração, se mesmo assim nada resolver, procure um veterinário o mais rápido possível.

4) Falta de Fezes

Mais um ponto muito importante. Ficar um dia sem fazer cocô NÃO É NORMAL. O intestino dos animais precisa funcionar normalmente, caso contrário isso poderá acarretar outros tipos de doenças também.

5) Tosse

Fique atento a tosses e a qualquer tipo de dificuldade respiratória do seu pet.

6) Fadiga

Como falamos na dica acima, prestar atenção na respiração do animal é essencial. Chame ele para brincar, leve para passear, aproveite e faça você mesmo uma pequena avaliação de como ele irá reagir.

7) Inchaço

O inchaço não acontece só em casos de machucados externos. Ele também é um sinal de infecção. Mas preste atenção, pet gordinho a gente aceita, inchado não.

8) Olhos vermelhos

A vermelhidão é mais fácil de ser notada, por isso voltamos a dizer: mesmo com a correria do dia a dia e cansaço da rotina, reserve um tempo para se dedicar ao seu pet.

9) Inquietação

Nem deitado o tempo inteiro, nem inquieto demais. Lembre-se que eles não conseguem se comunicar como nós, então a inquietação pode ser a forma usada para eles tentarem dizer que algo está incomodando.

10) Vômitos

As vezes acontece um engasgo aqui, uma má digestão ali, mas vômitos são sempre preocupantes e devem continuar sendo. Se seu animal tiver vômitos constantes, corra para o veterinário.

Esses sintomas são muitas vezes considerados ‘’normais’’ mas não são. Podem esconder uma doença e trazer sérios riscos para seu animalzinho.

O Fator Infecções Pet da Arenales®, é o medicamento ideal para casos de infecções em animais. Ele age diretamente no sistema imunitário, ativando os mecanismos de defesa contra as bactérias e parasitas causadores da doença.

Assim o processo infeccioso têm seu quadro estagnado e abrandado, que é quando o animal se potencializa, se recuperando.

Acompanhe as reações diárias do seu animal para garantir que ele esteja sempre seguro e saudável. Caso queira adquirir nosso produto para evitar a infecção em animais, só clicar no produto abaixo.

medicamento homeopatico para infeccoes de animais

Alimentação dos animais: o que pode e o que não pode?

Uma forma de carinho, mas que as vezes pode se tornar um transtorno é o tipo de alimentação dos animais. Todos nós sabemos o quanto é difícil resistir aquela carinha de piedade ao lado da mesa como quem diz ‘’me da um pedaço?’’ ou até mesmo brigar quando a última migalha que caiu já foi […]






Uma forma de carinho, mas que as vezes pode se tornar um transtorno é o tipo de alimentação dos animais. Todos nós sabemos o quanto é difícil resistir aquela carinha de piedade ao lado da mesa como quem diz ‘’me da um pedaço?’’ ou até mesmo brigar quando a última migalha que caiu já foi devorada.

É difícil dizer não, mas às vezes é necessário pelo bem dos nossos animaizinhos. Existem alimentos que passam despercebidos e nós achamos que os animais também podem consumi-los, afinal, o que é um pedacinho aqui? Um pouquinho ali?

chocolate-proibido-caes

Você sabe quais alimentos são esses? Veja alguns na lista abaixo e se surpreenda:

  1. Alimentação caseira: Para quem prefere dar comida em vez de ração aos animais, é necessário ter cuidados. Condimentos como alho e cebola, além de corantes e conservantes, fazem mal. Estes produtos estão presentes em temperos, por exemplo, e por isso às vezes nem é visto.
  2. Frutas cítricas: Embora façam bem para humanos, alimentos ácidos, como a laranja e o abacaxi, podem provocar problemas gástricos nos cães. Outras frutas que devem ser evitadas são as uvas ou passas. Apesar de não serem ácidas, elas podem causar ou agravar problemas renais.
  3.  Chocolate: Você sabe o que é teobromina? É uma substância encontrada no cacau e um dos principais vilões da alimentação canina. A teobromina presente no chocolate provoca graves problemas hepáticos e tem ação acumulativa no organismo. Se o seu cão é um fã de chocolate, o mercado já possui produtos específicos para eles.
  4. Alimentos de trigo: É importante estar atento com o trigo até quando vai comprar ração ao seu pet. Rações que possuem trigo devem ser evitadas, assim como pão, massa de pizza e macarrão, por exemplo, pois provocam uma alta incidência de alergias que podem se apresentar como coceiras, caspa ou problemas gastro intestinais.
  5. Ossos: Apesar de ser comum vermos em desenhos e filmes o cachorro feliz correndo atrás de um osso, a realidade pode ser um pouco mais alarmante. Conforme o alimento é mastigado, ele solta lascas que podem ferir o sistema digestivo do cão, podendo provocar perfurações ou obstruções. Apesar de alguns proprietários oferecerem tais alimentos com frequência, não é o ideal.
  6. Bebidas: Nesta categoria, existem dois produtos mais nocivos à saúde do cão: derivados de cafeína e bebidas alcoólicas. Estes produtos, além de tóxicos, causam no animal o mesmo efeito que nos seres humanos, mas com um efeito ampliado. Por isso, o café, por exemplo, pode acelerar os batimentos cardíacos do animal.

Para ajudar na saúde e bem estar do seu animal conte com medicamentos homeopáticos livres de alergias e efeitos colaterais. Visite nossa loja e confira nossos produtos para tratamentos e prevenção.

 

O calor é perigoso para cães e gatos

Screenshot_1-671x375

“A hipertermia é o problema mais comum – e o mais grave – para cães e gatos no verão”, diz o veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, em São Paulo. Como eles não transpiram, a respiração é a única forma de controle da temperatura do corpo. No verão, porém, o ar […]






“A hipertermia é o problema mais comum – e o mais grave – para cães e gatos no verão”, diz o veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, em São Paulo. Como eles não transpiram, a respiração é a única forma de controle da temperatura do corpo. No verão, porém, o ar quente e úmido prejudica esse mecanismo. Resultado: o animal ofega na tentativa de intensificar a troca de calor. “O risco é ainda maior para animais obesos, para cachorros com pelagem densa, como bernese e husky siberiano, e para as raças braquicefálicas – aquelas de focinho curto -, como os cães boxer, buldogue e pug e os gatos persas, que já respiram com dificuldade em condições normais”, explica Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo. Veja, a seguir, os cuidados para prevenir a hipertermia no animalzinho.

EM CASA

Nada de deixar o animal no quintal constantemente ensolarado ou fechado no apartamento abafado. Sombra (em ambientes arejados) e água fresca são questão de sobrevivência para cães e gatos. Troque a água do bebedouro várias vezes ao dia e certifique-se de que o pote não fique exposto ao sol em nenhum momento – afinal, quem gosta de água morna? Vale até acrescentar umas pedrinhas de gelo ao bebedouro. Para os gatos, que preferem água corrente, um bebedouro eletrônico pode estimulá-los a ingerir mais líquido ao longo do dia. Dica dos especialistas: borrifar água no dorso e nas patinhas ajuda a resfriar o animal. Se ele ficar ofegante, enrole-o em uma toalha molhada com água fria e deixe-o por um tempinho em frente ao arcondicionado ou ventilador

NO CARRO

Cachorros são loucos por passeios de carro, certo? O problema é que essa excitação também atrapalha o processo de resfriamento do corpo. Portanto, nos dias muito quentes, o ar-condicionado deve permanecer ligado durante todo o trajeto – e, de preferência, evite viagens longas durante o dia. Outra recomendação dos veterinários: nunca, em hipótese alguma, deixe o bicho preso no carro, nem com uma fresta do vidro aberta e sob uma árvore. Mesmo na sombra, a temperatura no interior do veículo sobe rapidamente, e o animal pode desmaiar ou até morrer em meia hora

PASSEIOS

Cães são leais e nunca recusam um convite do dono para passear, mas se vivessem sozinhos na natureza jamais sairiam da toca sob o sol escaldante. Não é necessário suspender as caminhadas diárias, claro, mas o ideal é reduzir o percurso e restringir os horários das saídas: antes de 10 horas e após as 18 horas. Prefira locais gramados – o asfalto quente pode queimar os coxins, aquelas almofadinhas das patas – e leve água em bebedouros portáteis. A dica das borrifadas de água fria no dorso também se aplica aos passeios. E respeite os limites do cão: interrompa o passeio do animal ofegante, que tenta fugir do sol em busca das áreas sombreadas. Por fim, cães agressivos devem usar focinheira de ferro, um modelo que não impede a abertura da boca. E atenção! Passear com cães de focinho achatado nos dias quentes, com focinheira fechada, é meio caminho andado para uma hipertermia severa

ANTIPULGAS

Com a proliferação de parasitas no verão, os especialistas recomendam a aplicação de produtos que protegem o animal de pulgas e carrapatos a cada três semanas. “Evite dar banho dois dias antes e dois dias depois da aplicação do produto”, ensina o veterinário Mário Marcondes

BANHO E TOSA

As salas de banho e tosa das pet shops são ambientes propícios para a hipertermia: o stress prejudica a respiração do animal e, com os secadores ligados o dia inteiro, a temperatura fica sempre elevada. Evite os horários de pico do calor e mantenha o pelo dos animais mais curto que o habitual. Em casa, os banhos semanais devem ser feitos com água morna, pois a água muito fria pode causar choque térmico. Por fim, use apenas a toalha para secar animais de pelo curto, e o ar frio do secador para os de pelo longo

ATENÇÃO!

Se o animal mostrar-se inquieto, permanecer com a respiração ofegante e apresentar língua levemente arroxeada, mesmo após as tentativas caseiras de resfriá-lo, leve-o imediatamente ao veterinário, mantendo-o envolto em uma toalha molhada com água fria e, no carro, posicionado em frente à saída do ar-condicionado. “Em condições normais, a temperatura corporal não ultrapassa 39,5 graus. Se ela chegar a 40 graus, porém, só a respiração poderá ser insuficiente para resfriar o animal. Nesse caso, ele talvez precise de aplicação de soro refrigerado na veia ou até necessite ser sedado e entubado”, explica o veterinário Marcelo Quinzani

Cuidado com o sol!

O câncer de pele não é exclusivo dos seres humanos. A exposição prolongada ao sol é responsável pela incidência de câncer de pele em cães e, principalmente, em gatos – os bichanos são mais propensos em razão do hábito de passar horas tomando banhos de sol. Como os danos dos raios ultravioleta são cumulativos, a maioria dos casos envolve animais idosos.

Sintomas: a doença começa como uma manchinha avermelhada na pele e se torna uma ferida que não cicatriza ou, se cicatriza, volta logo em seguida

Áreas mais afetadas: regiões do corpo com pelagem menos densa. Nos gatos, as lesões malignas tendem a surgir nas pálpebras, no focinho, na parte interna das orelhas e na região entre os olhos e as orelhas. Nos cachorros, a área de risco é o abdômen

Prevenção: é possível proteger as áreas de pouca pelagem com protetor solar FPS 30 tradicional, desde que sem perfume e hipoalergênico. Como os gatos têm o hábito de se lamber constantemente, o ideal seria evitar os longos banhos de sol

Tratamento: consiste na remoção cirúrgica ou na crioterapia, em que a lesão é queimada com nitrogênio líquido. Parece simples e até pode ser, quando ela surge na barriga. Nos gatos, porém, a doença afeta pálpebras, orelhas e focinho, o que pode resultar em deformação da face. Vale frisar que, quanto mais precoce o diagnóstico, maiores são as chances de cura

Raças com maior risco de desenvolver a doença: animais de pelagem curta e branca. Como os tumores malignos costumam aparecer na cabeça, gatos e cães bi e tricolores, como fox paulistinha, bull terrier e whippet, também podem desenvolver a doença

​Dieta sem riscos

É difícil resistir à carinha de carente do cachorro diante de uma guloseima, não? Quando o alimento em questão for chocolate, ignorá-lo é a opção mais segura. O chocolate contém duas substâncias estimulantes que afetam o sistema nervoso central e fazem muito mal ao bicho de estimação: teobromina e cafeína. “Dependendo da quantidade ingerida, o chocolate pode causar vômito, diarreia, arritmia ou convulsão em cães e gatos”, diz Tatiane Marry Sipriani, clínica-geral do Koala Hospital Animal, em São Paulo. Quanto maior a concentração de cacau, maior o perigo para o bichinho. Veja outros alimentos que podem ser tóxicos para eles:

Uva: estudos apontam que a ingestão regular da fruta pode ser responsável por casos de insuficiência renal em cães e gatos

Derivados de leite: para alguns animais, sorvete, iogurte e outros produtos com lactose podem provocar vômito e diarreia

Alho e cebola: o consumo regular de comida temperada com alho e cebola pode afetar a produção de glóbulos vermelhos e levar à anemia.

Fonte: veja.abril.com.br

Quer levar seu pet na viagem? Veterinário dá dicas para você e seu amigo se saírem bem

20160727090515294821i

Sair para viajar é sempre um motivo de preocupação para aquelas famílias que têm animais domésticos. Para curtir seu passeio com tranquilidade, alguns cuidados devem ser considerados, tanto para quem vai se aventurar por aí com o pet quanto para aqueles que preferem deixá-lo em casa. E é aí que as dúvidas podem surgir. Como […]






Sair para viajar é sempre um motivo de preocupação para aquelas famílias que têm animais domésticos. Para curtir seu passeio com tranquilidade, alguns cuidados devem ser considerados, tanto para quem vai se aventurar por aí com o pet quanto para aqueles que preferem deixá-lo em casa. E é aí que as dúvidas podem surgir. Como viajar com o pet? De avião, de carro? Devo levá-lo ou não? Quais são os cuidados necessários para cada situação? O que precisa ser considerado ao se hospedar com o animal? Como alimentá-lo no decorrer da viagem?

Para acabar com essas dúvidas e para promover o bem-estar e a saúde do animal neste momento complicado, o veterinário do Clube de Cãompo (www.clubedecaompo.com.br) Aldo Macellaro lançou um guia completo com cuidados essenciais para o pet em diferentes ocasiões.

CARRO Caso a viagem seja de carro, Aldo aconselha: “Primeiramente, a família não deve se esquecer que alguns cães não estão acostumados a andar de carro. Neste caso, antes de fazer uma viagem longa, é essencial adaptar gradualmente o pet à situação.” Uma dica é, nos fins de semana, fazer passeios com o pet no carro por um período mais prolongado.

Depois disso, os donos precisam separar um assento apenas para o cão no banco traseiro – conforme a lei, o pet não deve, em hipótese alguma, viajar no banco dianteiro – e usar o cinto especial para animais. “Isso vai segurar o pet para que ele não se locomova dentro do carro, nem cause ou sofra acidentes” ressalta o médico-veterinário. Outra boa dica é levar seu animalzinho numa caixa própria de transporte.

O ideal, segundo o veterinário Aldo Macellaro Júnior, é fazer um pré-teste dias antes da partida, independentemente do transporte escolhido (foto: Arquivo pessoal)

Algo importante a ser observado é a temperatura do ar-condicionado dentro do veículo. “Ele não pode ser muito quente, nem frio demais. Se for o caso, deixe as janelas um pouco abertas, mas não totalmente, para que o cão não coloque a cabeça para fora.” Evite horários de trânsito intenso para a viagem. Isso porque o calor excessivo pode desidratar o pet e causar mal-estar ao animal. “Em última hipótese, se o cão não se acostumar, os donos podem conversar com um veterinário de sua confiança para analisar o uso de sedativos, mas com o seguinte alerta: jamais dê uma sedação por conta própria.”

NAS NUVENS Se a viagem for de avião, o veterinário aconselha a família a se certificar das regras aplicadas para transporte de animais. “Cada companhia tem uma regra. Algumas aceitam levá-los, outras têm restrições de tamanho ou quantidade de pets que podem ser embarcados por voo. Para evitar estresse, aconselho se informar com antecedência. Alguns países exigem carteira de vacinação em dia antes do desembarque ou pede vacinas específicas. Evite surpresas em pleno aeroporto”, sugere Aldo. Caso a companhia aérea aceite seu bichinho, providencie a caixa de transporte adequada e, antes da viagem, o acostume no espaço. “Treinar o pet é ainda mais importante quando o voo é longo. Pode ser que ele entre em desespero, já que não está habituado com esse tipo de situação, o que pode causar um trauma emocional e psicológico. No dia da viagem, mantenha uma alimentação leve e uma boa hidratação, já que o ar do avião é muito seco.”

Clínica e treinamento
Ter uma clínica veterinária no país ou cidade para onde a família vai em caso de emergência é outra dica básica. Ao chegar ao destino, confira algumas regras de etiqueta para a família que está com pet. “Se você gosta de viajar com o seu pet, treine-o antes para que ele tenha uma boa socialização com pessoas e outros animais. Identifique o animal com uma coleira e leve sempre um guia. Não se deve deixar o animal solto dentro de hotéis ou lugares públicos. Algumas pessoas têm medo de cachorro e isso deve ser respeitado, além de ser uma forma de proteger o animal de possíveis machucados ou até de se perder da família”, comenta o veterinário.

Ao sair com o animal para que ele faça suas necessidades, tenha bom senso e mantenha o local limpo após o passeio. Isso é um hábito que todos os donos devem ter. Isso evita constrangimentos com o hotel ou até com autoridades locais. “Se for à praia, leve água mineral para o cão e não deixe que ele beba água do mar, pois esta pode causar distúrbios gastrointestinais e acelerar a desidratação”, alerta Aldo. Caso a família resolva não levar o animal, o veterinário aconselha a procura por casas que recebem animais, no estilo hotelzinho para animais. Mas pesquise antes sobre o local escolhido para ter a certeza de que seu amigo estará bem cuidado.

Fonte: www.em.com.br