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HOMEOPATIA VETERINÁRIA

adestrar seu cachorro

Muitos sonham que seus animais de estimação sigam as ordens do dono não é mesmo? Adestrar um cachorro de forma amadora pode parecer uma tarefa difícil, ainda mais quem não faz ideia de como começar a treinar o pet.

Precisa de muita paciência e dedicação durante o processo. É substancial que você tenha em mente como funciona a mente do seu cachorro, uma vez que existem raças muito fáceis de adestrar como também existem raças que pode acabar tirando sua paciência. Por isso mantenha a calma e tente não sair dos trilhos na hora de adestrar o seu cachorro!

Separamos alguns truques e dicas que vai te ajudar na hora te adestrar seu cão.

dar a pata

Ensine-o a dar a patinha

Sem dúvidas todo mundo que vai começar a treinar o cachorrinho tem a intenção de ensiná-lo a dar a patinha. É fácil se feito com frequência. Segure um petisco e dê a mão ao seu cachorro (de preferência a mão diferente do petisco). Em algum momento ele vai colocar a pata na sua mão. É nesse momento que você vai entregar a recompensa e fazer carinho.

Não esqueça de dizer o comando, como “dê a pata” ou outra forma que você preferir.

Ensine-o a marcar território

A coisa mais desagradável é ver as necessidades do seu animalzinho em todo canto da casa por falta de disciplina. É necessário, portanto, que comece a criar o hábito de colocar jornais e sempre levar o cachorro para lá.

Esse truque demanda um pouco mais de tempo, não pense que do dia para a noite o seu cachorro vai entender que ali é o “banheiro” dele. Também é importante reparar a que momento do dia seu animal sente mais vontade de se aliviar, assim, toda vez que ele fizer suas necessidades em um lugar inapropriado, repreenda-o no momento do ato!

Ensine-o a rolar

Antes de ensiná-lo a rolar no chão é preciso treiná-lo para que ele deite. Funcionará quase da mesma forma como dar a pata. Pegue um petisco e vá abaixando a mão até o momento que o cachorro se deitar. Logo em seguida dê o petisco para ele entender que atingiu o objetivo que você queria.

Para fazê-lo rolar, repita o comando anterior e depois leve o petisco para trás do rosto e vai fazendo um círculo. Ele vai ficar curioso e acompanhar sua mão, assim ele irá rolar!

Ensine-o a sentar

Fazer o seu cachorro sentar deve surgir de forma natural! No momento que você ver ele sentando elogie-o. É o mais básico e com isso não é complicado. Pegue um petisco e levante para que o cachorro visualize, em seguida vai abaixando a mão até o cachorro sentar.

Esse comando deve ser feito com frequência e a recompensa precisa ser dada no momento que o seu pet senta. Com isso use uma palavra para que ele associe, como “SENTA”

Dicas:

Como visto, as recompensas são importantíssimas no processo de adestramento. O cachorro irá associar isso como algo bom e sempre irá seguir o seu comando.

Outra dica importante é nunca deixar o cãozinho ficar entediado, tente sempre equilibrar o treinamento. Reserve 15 minutos do dia para se dedicar ao treino.

Também é imprescindível que durante o procedimento você não bata nele. Cachorros precisam da confiança com o dono, então seja sempre amigável e repreenda-o apenas nas horas que ele não seguir o comando. Quando fizer algo errado apenas diga “NÃO” de forma autoritária mostrando que é você quem manda.

Gostaram dos truques? Adestrar seu cachorro não é tão complicado quanto parece. Conte para gente se você já usou algum comando desse post.

    18.12.2018

    Postado em Sem categoria

    cachorro-com-medo-de-sair-de-casa

    Se você é apaixonado por seu pet, vai concordar conosco: passear com ele é um dos momentos mais prazerosos do dia. Levá-lo ao parque, andar pelo bairro, fazer uma leve caminhada ou qualquer outro passatempo que você e seu anjo de quatro patas possam ter juntos.

    Entretanto, alguns peludos não acham esses programas tão divertidos e apresentam medo ou apreensão no momento de sair de casa. Quando isso acontece, o que fazer? Qual a causa desta reação e como podemos ajudar o pet a relaxar durante o passeio?

    SINAIS DE MEDO E POSSÍVEIS CAUSAS:

    O medo que seu pet sente no momento em que você deseja levá-lo para passear pode ser expressado de diferentes maneiras: tremedeira, coração acelerado, respiração rápida, tentativas de fuga, urinar ou defecar.

    Tal reação pode estar ligada a algum trauma vivido anteriormente por seu pet ou a forma com que ocorreu a socialização do mesmo quando filhote. Sendo assim, é importante entender a raiz do problema para resolver com muito amor, carinho e paciência.

    Referente a socialização, os primeiros meses de um cachorro são fundamentais para definir seu comportamento num ambiente externo ao longo de sua vida. Isso porque, neste período, ao expor seu pet a diferentes situações (barulhos, pessoas, animais), você irá habituá-lo a tais ambientes, evitando que o mesmo sofra futuramente com medos excessivos.

    Lembrando que há algumas restrições para os pequenos durantes estes primeiros meses, se tornando essencial a orientação com o veterinário para descobrirem a melhor maneira de trabalhar a socialização do seu fofuxo.

    Outra possível causa do medo, pode ser as más experiências do seu cãozinho com os passeios:

    • Ser mordido por outro cachorro durante um passeio;
    • Quase ter sido atropelado na rua;
    • Passear de carro apenas quando vai ao veterinário;
    • Ter sofrido com enjoos em seus últimos passeios de carro.

    Entre outros possíveis traumas que possam gerar uma resistência no momento de sair de casa.

    COMO LIDAR COM O PROBLEMA?

    passeando-com-o-seu-cao

    Sabemos que você sofre tanto quanto o seu fofuxo nestes momentos de medo, por isso, seguem algumas dicas de como lidar com este problema:

    • Sem pressão: Dê ao seu companheiro a chance de ganhar confiança, estando por perto e permitindo que ele tome atitude. Nunca grite ou aja com agressividade nestes momentos, estas atitudes apenas pioram a situação;
    • Lar doce lar: Nada como nosso lar, não é mesmo? Portanto, os primeiros passos podem ser no seu quintal, onde o seu pet terá sua casinha ou um espaço que ele sinta segurança como válvula de escape caso sinta necessidade;
    • Não se esqueça dele: Estabelecer e cumprir uma rotina ajuda seu Pet a se habituar com o espaço e problemas do mundo externo a sua casa. Portanto, saia quantas vezes for possível e não permita períodos longos sem dar uma voltinha.
    • Mude as referências: Se o seu pet só entra no carro apenas para ir ao veterinário ou fazer programas que não o agradam, comece a mudar essas referências, fazendo associar as saídas de carro com passeios divertidos e prazerosos;
    • Ignore o medo: Ao perceber que seu fofuxo encontra-se com medo, aja com naturalidade e ignore sua reação, ainda que pareça difícil, isso o fará perceber que tal medo é desnecessário, pois tudo está sob controle;
    • Confiança se ganha no caminho: Faça brincadeiras com bola ou brinquedos que ele esteja habituado, acompanhado de carinho e recompensas (petiscos) quando houver progressos. Isto criará um vínculo entre você e seu Pet que será essencial quando o assunto for sair da zona de conforto;
    • Coleira não: Para muitos cachorros a coleira pode representar um risco iminente, portanto, use mais vezes, deixando-o livre dentro de casa, nos ambientes conhecidos ou durante as brincadeiras, assim ele vai deixar de se apavorar quando ver o objeto;
    • Um passo de cada vez: Inicie os passeios ganhando espaço dia após dia. No início, permaneça na calçada, deixando conhecer e se familiarizar com novos cheiros, áreas, pessoas ou sons que possam ser encontrados;
    • O que foi isso?: Caso ele se espante com barulhos ou pessoas durante o passeio, não dê importância, acelere o passo recobrando a atenção do companheiro na caminhada que estão fazendo juntos;
    • Calma: Tenha paciência, afinal não é da noite para o dia que se esquece uma vida de medos e inseguranças. Confie no seu Pet, não desista, e verá que logo os passeios e momentos juntos se tornarão inesquecíveis.

    Se o seu pet continuar a demonstrar medo após colocar todas estas dicas em prática, o mais indicado é buscar orientação com um médico veterinário.

      14.12.2018

      Postado em Cães

      Assim como nós humanos, as aves estão sujeitas às infecções respiratórias. Aliás, é muito comum tais animais apresentarem esse tipo de problema, uma vez que, possuem um sistema respiratório delicado. Enquanto os mamíferos respiram pelos músculos abdominais e os intercostais e apresentam diafragma, as aves não apresentam esse último. Ademais, os pássaros possuem os pulmões rígidos sendo incapazes de se expandirem e manter a reserva de ar.

      Para tanto, as aves foram evoluindo e se adaptando às exigências que sua capacidade de voar exigia tendo assim uma alta taxa de metabolismo. Como também, são afetadas por toxinas mais rápido que em humanos. Portanto, é muito difícil os donos identificarem os sintomas, logo que as doenças respiratórias evoluem rapidamente.

      Quais os sinais de infecções respiratórias em Aves?

      O movimento da cauda entrega ao dono o sinal do problema que está acontecendo, por isso é importante você ter ciência de pequenos gestos que emanam da sua ave. Toda vez que a ave respira, a cauda dela movimenta-se para cima e para baixo. Porém, nas aves que são saudáveis esse movimento passa despercebido. Assim, se você perceber que o movimento é muito perceptível quando ela estiver em repouso, saiba que ela pode estar com problemas respiratórios. Então repare sempre no movimento da cauda, pois ela é a que melhor passa o sinal de que a doença está em seu pássaro.

      Outros sinais de problema respiratório

      Descarga nasal ou ocular: Secreção saindo pelas narinas ou nos olhos pode ser sinal de problemas respiratórios, independente se for um corrimento mais espesso ou mais líquido.

      Nariz entupido: acontece quando as vias aéreas são bloqueadas.

      Respiração difícil: prestar atenção no ritmo da respiração da ave é importante para detectar se a ave está tendo dificuldades para respirar.

      Perda de peso: problemas respiratórios faz com que muitas aves percam o apetite levando à perda de peso, por isso é bom observar se seu pássaro está se alimentando.

      Espirros ou tosse: quando as aves espirram ou tossem e fazem outros sons como se estivessem gemendo, pode ser indicação de um problema na respiração do seu pássaro.

      Mudança no tom de voz: A zona onde se encontram as cordas vocais pode ser um índice de infecção na traqueia e com isso sua ave apresentar alteração na voz.

      Doenças comuns:

      • Aspergilose: Comum em papagaios cinzentos
      • Ácaros traqueais: Comum em canários, periquitos e fringilídeos
      • Psitacose/ Clamidiose: Comum em periquitos, papagaios amazônicos e caturras. É uma doença transmissível ao homem.

      Causas:

      Um dos fatores que podem provocar esses problemas respiratórios é o stress, que acabam enfraquecendo o sistema imunitário tornando as aves mais suscetíveis a infecções. Como também, uma má alimentação ou falta de alimentos ricos em vitamina A, contribui para o mal dos pássaros. Ademais, é imprescindível que você coloque seu animal com asas em um ambiente higiênico para evitar surgimento de parasitas.

      O FATOR INFECÇÕES AVES® é indicado para o controle de infecções respiratórias e intestinais em aves.

        14.12.2018

        Postado em Sem categoria

        cuidados com o pássaro

        Não são somente gatos e cachorros que se tornam bons animais de estimação. Apesar de serem mais comuns, as aves também se encaixam nesse perfil. Cuidados com o pássaro é fundamental! Não pense que é fácil escolher um pássaro, colocá-lo em uma gaiola e dar uma visitinha uma vez ou outra. As aves domésticas precisam de certos apelos que muitas vezes, você, que está pretendo adquirir um novo amigo com asas ainda não sabe!

        Separamos algumas dicas importantes para saber se realmente está preparado, e caso ainda não esteja, depois desse post você estará bem confiante!

        A escolha:

        Conheça qual a espécie/raça você está pretendendo levar para casa. Isso porque existem infinitas raças que podem ser listadas como mais exigentes tendo um temperamento nada legal. Pesquise muito, converse com o vendedor e veja se você está apto para arcar com suas despesas. Caso você seja novato nesse novo mundo, recomendamos que escolha aves mais conhecidas para serem domesticadas como as calopsitas, papagaios ou periquitos.

        Abrigo:

        Se você está querendo trazer duas aves de uma vez, cuidado! Como já dito antes, conheça a espécie. Deixar em contato dois pássaros que ainda não se conhecem, pode ser complicado, por isso tenha em mente uma gaiola adequada. Recomendamos que você compre uma gaiola que dê a possibilidade da ave poder abrir suas asas independente do canto que ela tiver, para que assim ela não se sinta limitada.

        Certifique-se do lugar em que essa gaiola será colocada! As aves requerem muito cuidado devido à temperatura.  Dependendo da região que você mora a espécie que está trazendo tem uma origem de clima totalmente diferente do seu. Devido a isso, faça com que sua ave se sinta o máximo confortável em seu habitat.

        Transporte:

        Na hora de trazer sua nova amiga, tenha em mente uma gaiola adequada para o transporte. Além disso, recomenda-se que jogue uma toalha sobre a gaiola para dar privacidade a ela. Durante o percurso, para evitar que fique balançando segure-a firme.

        E não esqueça de ver se sua ave está respirando, deixe sempre uma fresta de ar para ela poder respirar!

        Alimentação:

        A quantidade de alimento varia de espécie para espécie, o mesmo serve para o tipo de alimento. Não vá imaginando que todas as aves se alimentam da mesma comida. Portanto, pesquise sobre as preferências que sua ave requer. Uma vez ou outra é legal levar frutas ou vegetais que você come a ela pois é muito saudável.

        Estímulo:

        Ficar em uma gaiola a maior parte do tempo pode ser entediante. Por isso, torne a rotina de sua ave mais interessante e estimulante! Coloque diversos brinquedos e varie sempre. Isso ajudará muito a se livrar do tédio.

        Higiene e saúde:

        E sem dúvidas a mais importante e vital dica para sua ave! Limpe a gaiola de seu pássaro frequentemente, apare suas penas, jamais deixe as vasilhas de comida embaixo de galhos pois elas podem defecar em cima e ser nada agradável. Também, recomendamos que você use alguns jornais velhos no fundo da gaiola para facilitar a limpeza. Visitas a um (a) Médico (a) Veterinário (a) especialista em aves é de suma importância.

        Produtos essenciais para cuidar da vida do seu novo animalzinho você encontra na nossa loja Arenales!

        Gostou? E agora? Está mais confiante para trazer o novo membro da família? Conte para gente!

          10.12.2018

          Postado em Aves

          cascos
          Uma das partes mais importantes do organismo de um Equino são os cascos. Eles sustentam o peso e o deslocamento do cavalo, cabendo então, um maior cuidado quanto a sua saúde e durabilidade.

          Para tanto, cuidar desde cedo do seu animal ajuda a evitar gastos maiores futuramente, uma vez que, quando a doença no casco complica, acaba prejudicando a vida do equino fazendo com que ele se afaste das atividades de lazer. Assim, é importante vistas periódicas nos cascos, afim de evitar uma série de problemas.

          Como ocasionam os problemas nos cascos?

          Geralmente a falta de manutenção ou o casqueamento, como dito anteriormente, faz com que algo de anormal com o casco passe despercebido. Ademais, o excesso de umidade e sujeira prejudica os cascos, assim como a falta de hidratação. Logo, vale ressaltar a importância de manter um equilíbrio evitando que o Equino fique em lugares muito úmidos ou secos. Pois, o ressecamento faz com que o casco perca a flexibilidade e capacidade de amortecer.

          Uma boa dica é investir em baldes de água e fazer com que o animal molhe a pata pelo menos uma vez por dia, cerca de 15 minutos. Isso já é suficiente para manter o casco dos equinos hidratados.

          Problemas comuns em cascos:

          Rachadura: Fazer com que o animal ande em regiões irregulares sem o uso correto das ferraduras, faz com que surjam rachaduras nos cascos. Por isso evite que ele se desloque em locais inapropriados fazendo também a correta manutenção

          Sapinho: Se você não quer que o casco do seu cavalo apodreça, evite que ele esteja exposto em lugares sujos e ambientes úmidos, uma vez que, o sapinho é causado por bactérias que causam um forte odor. Por isso mantenha seu animal em pisos limpos.

          Laminite: Ter uma alimentação balanceada e evitar produtos alérgicos, ajuda evitar o aquecimento do casco. Em casos mais graves, a Laminite faz com que ocorra a separação da parede do casco do resto do pé. Portanto é bom ter um cuidado e prevenir essa doença, logo que os sintomas nem sempre são visíveis a olho nu.

          Abscessos: Resultam geralmente de um machucado na parte macia do pé do cavalo, ou oriunda de alguma picada que cause dor no animal. Assim, quando for fazer a limpeza diária é importante reparar em sinais desse tipo de ferida.

          O FATOR CASCO® é elaborado de acordo com as Normas da Farmacopéia Homeopática, as quais são estritamente seguidas pelo Laboratório Veterinário Homeopático Fauna & Flora Arenales, não apresentando risco de intoxicação para a pessoa que irá manipulá-lo e nem para os animais que entrarão em contato com o produto.

          O FATOR CASCO possui como veículo sacarose, contendo medicamentos homeopáticos derivados de vegetais.

          fator_casco

          Desse modo, se você preza por cuidados com seu animal faça inspeções periódicas e contribua diariamente para a saúde do seu Equino.

          A loja Arenales possui medicamentos que te ajudam a tratar e prevenir doenças em Equinos.

            10.12.2018

            Postado em Sem categoria

            Arte552

            Mandar flores, escrever cartas ou convidar para um jantar especial, esses itens podem não estar no protocolo de romantismo dos peludinhos, mas eles dão um verdadeiro show de fofura quando o assunto é o amor.

            Enquanto as lojas estão repletas de presentes para o dia dos namorados e as redes sociais dão dicas de lugares românticos para impressionar o cônjuge, os pets demonstram o afeto de um jeito mais simples: utilizando apenas as suas atitudes. Confira abaixo ações que são consideradas verdadeiras provas de amor pelos animais.

            Olhando com aquela carinha de pidão

            O olhar do seu lindinho pode dizer muitas coisas, principalmente quando ele quer receber carinho ou deseja se divertir um pouquinho, isso demonstra o quanto a sua presença é importante para ele.

            Levar até você o brinquedo favorito

            Essa atitude expressa o quanto o seu pet quer te fazer feliz. Ele não deseja só brincar, mas sim proporcionar bons momentos entregando um objeto carregado de valor.

            Dormir de cãochinha

            Se depois daquele dia cansativo e estressante, o seu bebê insiste em ficar coladinho em você com muitos lambeijos, é um belo sinal de companheirismo e lealdade. Valorize!

            Ficar feliz com sua chegada

            O seu pet te ama. Ficar algumas horas distantes pode parecer uma eternidade, por isso quando ele escuta o barulho da porta se abrindo fica difícil conter os pulinhos de alegria.

            Levantar a sobrancelha esquerda

            De acordo com um estudo japonês, esse comportamento revela a primeira demonstração de reconhecimento do dono, sendo também uma forma de expressar o amor.

            O seu melhor amigo boceja junto com você?

            Se essa cena ocorre com frequência, você pode se considerar uma pessoa querida.  Segundo uma pesquisa realizada na Universidade Duke, nos Estados Unidos, os peludinhos só se sentem à vontade para bocejar quando estão diante de uma pessoa especial.

            Nem precisamos dizer o quanto o convívio com os pets pode te fazer feliz, né? Com eles, não existe essa de amor não correspondido.  Carinho e lambeijos estão mais que garantidos.

              08.12.2018

              Postado em Animais em Geral

              A pododermatite também conhecida como broca é uma doença infecciosa e contagiosa que afeta os cascos dos bovinos, ovinos e caprinos.

              Sua incidência é geralmente em períodos de chuva. Suas principais causas são devido a locais com muita aglomeração de animais, cascos resseacados e solo inapropriado.

              pododermatite em bovinos

              Os primeiros sintomas são inflamações, acompanhadas da manqueira. A doença causa dores nos cascos, febre, falta de apetite e emagrecimento dependendo da gravidade.

              Essa enfermidade além de provocar sérios problemas ao animal pode lhe causar inúmeros prejuízos, como, por exemplo redução na produção de leite e carne, diminuição da fertilidade e descarte prematuro.

              Como você pode observar é uma doença que causa muito incomodo, tanto para o animal quanto ao criador, por isso é necessário a prevenção para manter os animais livres desse sofrimento e você longe dos prejuízos.

              Para lhe ajudar, a Arenales Homeopatianimal desenvolveu o FATOR CASCO®, um medicamento homeopático que age na prevenção e no tratamento da pododermatite. Reduz os sintomas concomitantes como dor, claudicação, edemas e inflamações provenientes dos processos acima.

              Com o FATOR CASCO® a regressão da inflamação acontece de forma gradativa. O tratamento dura em torno de 6 meses, reduzindo o edema e as dores. Assim, de forma secundária as produções de carne e leite voltam ao normal.

               

              fator casco - Pododermatite

              Gostou? Continue nos acompanhando e fique por dentro de dicas e informações para melhorar a qualidade de vida dos nossos animais.

               

                08.12.2018

                Postado em Ovinos

                Cólicas em cavalos é um dos casos mais recorrente na rotina dos equinos, caracterizada como uma desordem relativamente comum do sistema digestivo, gerando um desconforto abdominal no equino. Este desconforto é acarretado por gases, obstrução gastrointestinal, inflamações ou espasmos musculares, entre outros fatores. Além destas possíveis causas, alterações no manejo diário, infestações verminóticas ou estresse também contribuem para a ocorrência desta síndrome.

                colica-em-cavalo

                Existem alguns tipos distintos de cólicas, das mais simples as mais graves, mas há dois critérios que podem determinar a gravidade da mesma: O grau de dor e a resposta do animal aos analgésicos.  Lembrando que se trata de uma síndrome grave que deve ser sempre acompanhada por um médico veterinário!
                A medicação sem indicação veterinária pode gerar complicações no estado do animal, dificultando ainda mais no tratamento do mesmo.

                SINAIS CLÍNICOS

                Apesar de se tratar de uma enfermidade muito comum entre os equinos, a síndrome pode até levar o animal a morte se não for identificada e tratada corretamente. Sendo assim, fique atento aos seguintes sinais que revelam o problema abordado:

                • Olhar constantemente para os flancos;
                • Depressão ou ansiedade;
                • Rolar no chão;
                • Deitar e levantar várias vezes;
                • Cavar o chão;
                • Febre;
                • Falta de defecação;
                • Perca de apetite;
                • Taxa de pulso anormalmente alta (acima de 50 batimentos por minuto).;
                • Ausência de ruídos intestinais normais;
                • Tentativas constantes de urinar;
                • Suor em excesso.

                Na identificação destes sintomas em seu animal, procure imediatamente o seu veterinário a fim de distinguir o tipo de cólica e o tratamento mais adequado para ela.

                PREVENÇÃO E TRATAMENTO

                A prevenção é sempre a melhor opção, seja qual for a enfermidade, portanto, sabendo das possíveis causas para este problema é importante conhecer bem a sua rotina do seu animal, a fim de identificar rapidamente qualquer sintoma já apresentado.

                Além disso, é preciso garantir que o equino tenha acesso fácil e contínuo a água fresca e limpa, bem como, acesso suficiente a pastagem ou feno (importantes para o funcionamento adequado do intestino). Também é necessário realizar check-ups dentais regularmente para assegurar a moagem correta da comida.

                O tratamento para esta síndrome varia de acordo com o tipo de cólica a qual se refere, por isso, ao identificar os sintomas é importante consultar rapidamente o médico veterinário.

                Para auxiliar no controle da síndrome e também para uso preventivo e curativo, adquira o FATOR CÓLICA GLÓBULOS®, que promove a eliminação de gases e a restauração do processo digestivo. O mesmo também age como analgésico, porém, é indicado sempre com acompanhamento do veterinário.

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                  03.12.2018

                  Postado em Sem categoria