Abril Laranja: Ajude combater a crueldade contra os Animais

Ter um animal de estimação é construir uma história de amor para vida inteira, garantindo a proteção do seu amiguinho com alimentação, higiene e bem-estar, mas nem sempre esse pensamento é levado a sério.  Ainda existem muitos pets que vivem em condições degradantes sofrendo com torturas e abusos, por isso o “Abril Laranja” foi escolhido para […]






abril laranjaTer um animal de estimação é construir uma história de amor para vida inteira, garantindo a proteção do seu amiguinho com alimentação, higiene e bem-estar, mas nem sempre esse pensamento é levado a sério.  Ainda existem muitos pets que vivem em condições degradantes sofrendo com torturas e abusos, por isso o “Abril Laranja” foi escolhido para conscientizar a crueldade vivida pelos nossos anjinhos.

A violência contra os pets deveria ser uma preocupação social, já que diariamente casos de maus-tratos são divulgados, sendo estes considerados crimes ambientais pela Lei Federal nº. 9.605/98.  Confira abaixo atitudes que se configuram como crueldade:

  • Manter o animal preso;
  • Não alimentar de forma correta;
  • Não levar ao veterinário quando estiver doente;
  • Abrigar o pet em um lugar com pouca iluminação e ventilação;
  • Submeter a tarefas exaustivas;
  • Agredir fisicamente;
  • Provocar o stress;
  • Fazê-lo de espetáculo;
  • Abandoná-lo intencionalmente.

Denuncie

patasSe você é um apaixonado por animais, com certeza deve estar se perguntando por que alguém agiria com tamanha maldade, correto? Mas fique calmo, pois antes de mais nada devemos saber como denunciar e realizar todos os procedimentos de maneira exata.

Primeiro certifique-se que a ocorrência é verdadeira, feito isso você pode redigir uma carta para próprio infrator e assumir o seu papel de cidadão. O texto deve solicitar a regularização da situação com prazo para o cumprimento, além de mencionar a data e o local da agressão. Caso o infrator não siga com o combinado, vá até uma delegacia mais próxima ou dirija-se a Promotoria de Justiça do Meio Ambiente e faça sua denúncia.

A melhor forma de combater as atrocidades contra os nossos companheiros é mostrando a sua voz, não fique calado! Afinal, todo animalzinho merece muito carinho e proteção, tratá-los bem só traz benefícios a você, deixando a vida mais saudável e cheia de amor.

 

Saiba como lidar com cólicas em Cavalos

Cólicas em cavalos é um dos casos mais recorrente na rotina dos equinos, caracterizada como uma desordem relativamente comum do sistema digestivo, gerando um desconforto abdominal no equino. Este desconforto é acarretado por gases, obstrução gastrointestinal, inflamações ou espasmos musculares, entre outros fatores. Além destas possíveis causas, alterações no manejo diário, infestações verminóticas ou estresse […]






Cólicas em cavalos é um dos casos mais recorrente na rotina dos equinos, caracterizada como uma desordem relativamente comum do sistema digestivo, gerando um desconforto abdominal no equino. Este desconforto é acarretado por gases, obstrução gastrointestinal, inflamações ou espasmos musculares, entre outros fatores. Além destas possíveis causas, alterações no manejo diário, infestações verminóticas ou estresse também contribuem para a ocorrência desta síndrome.

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Existem alguns tipos distintos de cólicas, das mais simples as mais graves, mas há dois critérios que podem determinar a gravidade da mesma: O grau de dor e a resposta do animal aos analgésicos.  Lembrando que se trata de uma síndrome grave que deve ser sempre acompanhada por um médico veterinário!
A medicação sem indicação veterinária pode gerar complicações no estado do animal, dificultando ainda mais no tratamento do mesmo.

SINAIS CLÍNICOS

Apesar de se tratar de uma enfermidade muito comum entre os equinos, a síndrome pode até levar o animal a morte se não for identificada e tratada corretamente. Sendo assim, fique atento aos seguintes sinais que revelam o problema abordado:

  • Olhar constantemente para os flancos;
  • Depressão ou ansiedade;
  • Rolar no chão;
  • Deitar e levantar várias vezes;
  • Cavar o chão;
  • Febre;
  • Falta de defecação;
  • Perca de apetite;
  • Taxa de pulso anormalmente alta (acima de 50 batimentos por minuto).;
  • Ausência de ruídos intestinais normais;
  • Tentativas constantes de urinar;
  • Suor em excesso.

Na identificação destes sintomas em seu animal, procure imediatamente o seu veterinário a fim de distinguir o tipo de cólica e o tratamento mais adequado para ela.

PREVENÇÃO E TRATAMENTO

A prevenção é sempre a melhor opção, seja qual for a enfermidade, portanto, sabendo das possíveis causas para este problema é importante conhecer bem a sua rotina do seu animal, a fim de identificar rapidamente qualquer sintoma já apresentado.

Além disso, é preciso garantir que o equino tenha acesso fácil e contínuo a água fresca e limpa, bem como, acesso suficiente a pastagem ou feno (importantes para o funcionamento adequado do intestino). Também é necessário realizar check-ups dentais regularmente para assegurar a moagem correta da comida.

O tratamento para esta síndrome varia de acordo com o tipo de cólica a qual se refere, por isso, ao identificar os sintomas é importante consultar rapidamente o médico veterinário.

Para auxiliar no controle da síndrome e também para uso preventivo e curativo, adquira o FATOR CÓLICA GLÓBULOS®, que promove a eliminação de gases e a restauração do processo digestivo. O mesmo também age como analgésico, porém, é indicado sempre com acompanhamento do veterinário.

medicamento colica cavalos

CHOCOLATE PARA PETS? NEM PENSAR!

A páscoa vem chegando e com ela os deliciosos ovos de chocolate, em todos os tamanhos e para todos os gostos: branco, preto, meio amargo, ao leite, simples ou crocante, uma verdadeira tentação. Porém, bem mais tentador que estas guloseimas são os olhares pidões do seu pet na tentativa de conseguir um pedacinho que seja […]






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A páscoa vem chegando e com ela os deliciosos ovos de chocolate, em todos os tamanhos e para todos os gostos: branco, preto, meio amargo, ao leite, simples ou crocante, uma verdadeira tentação.

Porém, bem mais tentador que estas guloseimas são os olhares pidões do seu pet na tentativa de conseguir um pedacinho que seja destas delícias, não é mesmo? E então seu derretido coração logo pensa: “Quem resiste a esse olhar?”, “Ah, um pedacinho só não vai fazer mal!”.

É aí que mora o perigo! Chocolate para pets faz mal sim e em caso de intoxicação grave pode até levar o seu fofuxo a morte. Por isso, a Arenales traz para você um importante alerta a respeito deste assunto.

POR QUE CHOCOLATE FAZ MAL AOS PETS?

Sabendo de tantas coisas que os pets costumam ingerir é difícil acreditar que algo tão inofensivo a nós possa fazer tanto mal aos nossos cãezinhos e bichanos. Isso ocorre por conta de uma substância chamada Teobromina presente no chocolate que está diretamente ligada a quantidade de cacau, ou seja, quanto mais cacau, mais Teobromina e mais tóxico ele se torna.

O grande problema é que tal substância é facilmente eliminada pelo organismo humano, mas o mesmo não ocorre com os nossos lindinhos. Tanto os cães quanto os gatos não metabolizam direito esta substância, fazendo com que ela se acumule e em pouco tempo alcance concentrações tóxicas.

REAÇÕES:

A quantidade de chocolate capaz de causar a intoxicação nos peludos varia de acordo com o tamanho do animal e a concentração de teobromina ingerida por ele. A substância estimula o sistema nervoso e o fluxo sanguíneo, podendo acarretar:

  • Contrações musculares;
  • Excitação nervosa;
  • Micção em excesso;
  • Elevação da temperatura corporal;
  • Respiração acelerada;
  • Arritmia cardíaca;
  • Vômitos e diarreia.

Os sintomas demoram entre 6h a 12h para se manifestarem, ameaçando ainda mais à saúde do seu fofuxo, então, ao notar estes sinais procure imediatamente o médico veterinário.

O que precisa ficar claro em sua mente é que chocolate e pets definitivamente não combinam nem um pouquinho. Por isso, nesta páscoa e em todos os outros dias do ano deixe os chocolates bem longe dos seus lindinhos. Resista firmemente aos olhares pidonchos e lembre-se que este esforço é para o bem deles!

Gostou? Então acompanhe nosso blog e redes sociais para ficar por dentro de nossas dicas e curiosidades sobre o mundo pet.

 

Medo de sair de casa: como ajudar o seu cãozinho?

Se você é apaixonado por seu pet, vai concordar conosco: passear com ele é um dos momentos mais prazerosos do dia. Levá-lo ao parque, andar pelo bairro, fazer uma leve caminhada ou qualquer outro passatempo que você e seu anjo de quatro patas possam ter juntos. Entretanto, alguns peludos não acham esses programas tão divertidos […]






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Se você é apaixonado por seu pet, vai concordar conosco: passear com ele é um dos momentos mais prazerosos do dia. Levá-lo ao parque, andar pelo bairro, fazer uma leve caminhada ou qualquer outro passatempo que você e seu anjo de quatro patas possam ter juntos.

Entretanto, alguns peludos não acham esses programas tão divertidos e apresentam medo ou apreensão no momento de sair de casa. Quando isso acontece, o que fazer? Qual a causa desta reação e como podemos ajudar o pet a relaxar durante o passeio?

SINAIS DE MEDO E POSSÍVEIS CAUSAS:

O medo que seu pet sente no momento em que você deseja levá-lo para passear pode ser expressado de diferentes maneiras: tremedeira, coração acelerado, respiração rápida, tentativas de fuga, urinar ou defecar.

Tal reação pode estar ligada a algum trauma vivido anteriormente por seu pet ou a forma com que ocorreu a socialização do mesmo quando filhote. Sendo assim, é importante entender a raiz do problema para resolver com muito amor, carinho e paciência.

Referente a socialização, os primeiros meses de um cachorro são fundamentais para definir seu comportamento num ambiente externo ao longo de sua vida. Isso porque, neste período, ao expor seu pet a diferentes situações (barulhos, pessoas, animais), você irá habituá-lo a tais ambientes, evitando que o mesmo sofra futuramente com medos excessivos.

Lembrando que há algumas restrições para os pequenos durantes estes primeiros meses, se tornando essencial a orientação com o veterinário para descobrirem a melhor maneira de trabalhar a socialização do seu fofuxo.

Outra possível causa do medo, pode ser as más experiências do seu cãozinho com os passeios:

  • Ser mordido por outro cachorro durante um passeio;
  • Quase ter sido atropelado na rua;
  • Passear de carro apenas quando vai ao veterinário;
  • Ter sofrido com enjoos em seus últimos passeios de carro.

Entre outros possíveis traumas que possam gerar uma resistência no momento de sair de casa.

COMO LIDAR COM O PROBLEMA?

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Sabemos que você sofre tanto quanto o seu fofuxo nestes momentos de medo, por isso, seguem algumas dicas de como lidar com este problema:

  • Sem pressão: Dê ao seu companheiro a chance de ganhar confiança, estando por perto e permitindo que ele tome atitude. Nunca grite ou aja com agressividade nestes momentos, estas atitudes apenas pioram a situação;
  • Lar doce lar: Nada como nosso lar, não é mesmo? Portanto, os primeiros passos podem ser no seu quintal, onde o seu pet terá sua casinha ou um espaço que ele sinta segurança como válvula de escape caso sinta necessidade;
  • Não se esqueça dele: Estabelecer e cumprir uma rotina ajuda seu Pet a se habituar com o espaço e problemas do mundo externo a sua casa. Portanto, saia quantas vezes for possível e não permita períodos longos sem dar uma voltinha.
  • Mude as referências: Se o seu pet só entra no carro apenas para ir ao veterinário ou fazer programas que não o agradam, comece a mudar essas referências, fazendo associar as saídas de carro com passeios divertidos e prazerosos;
  • Ignore o medo: Ao perceber que seu fofuxo encontra-se com medo, aja com naturalidade e ignore sua reação, ainda que pareça difícil, isso o fará perceber que tal medo é desnecessário, pois tudo está sob controle;
  • Confiança se ganha no caminho: Faça brincadeiras com bola ou brinquedos que ele esteja habituado, acompanhado de carinho e recompensas (petiscos) quando houver progressos. Isto criará um vínculo entre você e seu Pet que será essencial quando o assunto for sair da zona de conforto;
  • Coleira não: Para muitos cachorros a coleira pode representar um risco iminente, portanto, use mais vezes, deixando-o livre dentro de casa, nos ambientes conhecidos ou durante as brincadeiras, assim ele vai deixar de se apavorar quando ver o objeto;
  • Um passo de cada vez: Inicie os passeios ganhando espaço dia após dia. No início, permaneça na calçada, deixando conhecer e se familiarizar com novos cheiros, áreas, pessoas ou sons que possam ser encontrados;
  • O que foi isso?: Caso ele se espante com barulhos ou pessoas durante o passeio, não dê importância, acelere o passo recobrando a atenção do companheiro na caminhada que estão fazendo juntos;
  • Calma: Tenha paciência, afinal não é da noite para o dia que se esquece uma vida de medos e inseguranças. Confie no seu Pet, não desista, e verá que logo os passeios e momentos juntos se tornarão inesquecíveis.

Se o seu pet continuar a demonstrar medo após colocar todas estas dicas em prática, o mais indicado é buscar orientação com um médico veterinário.

Carnaval: cuidados com o pet na hora da folia

Já dá para ouvir o samba tocando e os primeiros batuques da bateria, as serpentinas voando e confetes espalhados pelo chão! Sim, estamos a poucos dias do carnaval e se você está programando curtir essa folia ao lado do seu pet é preciso tomar alguns cuidados para garantir que a festa seja pura diversão.   […]






Já dá para ouvir o samba tocando e os primeiros batuques da bateria, as serpentinas voando e confetes espalhados pelo chão! Sim, estamos a poucos dias do carnaval e se você está programando curtir essa folia ao lado do seu pet é preciso tomar alguns cuidados para garantir que a festa seja pura diversão.

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Fantasia

As fantasias de carnaval para os foliões caninos são uma fofura, mas você deve optar por adereços mais leves que não causem desconforto, principalmente quando o seu pet for se movimentar, uma dica legal é vesti-lo dias antes da festa para ver como ele se sente com o novo figurino.

Outro ponto importante é observar o tipo do tecido, tendo em vista que ele não pode ser grosso, pois causará irritação durante o passeio.

Brilhos e purpurinas devem ser evitados, isso porque eles impregnam facilmente na pele dos animais levando um certo tempo para ser removido, mas se você quer dar mais cor no visual do seu fofuxo, existem as tintas não tóxicas produzidas para uso animal.

pet no carnaval

Calor

O carnaval costuma ser conhecido pelas altas temperaturas, por isso lembre-se de manter o seu pet sempre hidratado, consumo de água é essencial durante a folia. Prefira ambientes mais frescos com pisos e sombras para não aquecer as patinhas do seu amiguinho por muito tempo, evite sair entre às 10h e às 16h, período em que há maior incidência do sol. E o mais importante: utilize sempre o protetor solar no focinho, barriga e ponta das orelhas do pet.

Segurança

Lugares de grandes aglomerações exigem segurança, sendo assim é importante o uso de guias e coleiras para evitar que seu fofuxo se perca ou estranhe alguém no local. Lembre-se de mantê-lo distante das bitucas de cigarros, balões, enfeites e pedaços de fantasias. Quem vai ao litoral deve redobrar os cuidados, a chance de contrair alguma doença é maior, então, antes de colocar o pé na estrada certifique se a vacinação do seu pet está em dia.

Depois de acompanhar todas as nossas dicas, é hora de cair na folia e aproveitar os dias de diversão registrando cada momento com lindas fotos, estamos na torcida para que essa experiência seja realmente maravilhosa.

Pododermatite em Bovinos, Ovinos e Caprinos

A pododermatite também conhecida como broca é uma doença infecciosa e contagiosa que afeta os cascos dos bovinos, ovinos e caprinos. Sua incidência é geralmente em períodos de chuva. Suas principais causas são devido a locais com muita aglomeração de animais, cascos resseacados e solo inapropriado. Os primeiros sintomas são inflamações, acompanhadas da manqueira. A […]






A pododermatite também conhecida como broca é uma doença infecciosa e contagiosa que afeta os cascos dos bovinos, ovinos e caprinos.

Sua incidência é geralmente em períodos de chuva. Suas principais causas são devido a locais com muita aglomeração de animais, cascos resseacados e solo inapropriado.

pododermatite em bovinos

Os primeiros sintomas são inflamações, acompanhadas da manqueira. A doença causa dores nos cascos, febre, falta de apetite e emagrecimento dependendo da gravidade.

Essa enfermidade além de provocar sérios problemas ao animal pode lhe causar inúmeros prejuízos, como, por exemplo redução na produção de leite e carne, diminuição da fertilidade e descarte prematuro.

Como você pode observar é uma doença que causa muito incomodo, tanto para o animal quanto ao criador, por isso é necessário a prevenção para manter os animais livres desse sofrimento e você longe dos prejuízos.

Para lhe ajudar, a Arenales Homeopatianimal desenvolveu o FATOR CASCO®, um medicamento homeopático que age na prevenção e no tratamento da pododermatite. Reduz os sintomas concomitantes como dor, claudicação, edemas e inflamações provenientes dos processos acima.

Com o FATOR CASCO® a regressão da inflamação acontece de forma gradativa. O tratamento dura em torno de 6 meses, reduzindo o edema e as dores. Assim, de forma secundária as produções de carne e leite voltam ao normal.

 

fator casco - Pododermatite

Gostou? Continue nos acompanhando e fique por dentro de dicas e informações para melhorar a qualidade de vida dos nossos animais.

 

Aves sem piolhos, ovos sem resíduos!

Estamos vivendo em uma época onde a qualidade de vida é cada vez mais procurada e desejada pelas pessoas. Por isso buscamos consumir alimentos saudáveis e seguros. A melhor forma de termos alimentos saudáveis é cuidando dos produtores desses alimentos. Um exemplo é o ovo, alimento muito consumido por todos, mas que pode oferecer risco […]






Estamos vivendo em uma época onde a qualidade de vida é cada vez mais procurada e desejada pelas pessoas. Por isso buscamos consumir alimentos saudáveis e seguros.

A melhor forma de termos alimentos saudáveis é cuidando dos produtores desses alimentos.

Um exemplo é o ovo, alimento muito consumido por todos, mas que pode oferecer risco a nossa saúde caso as aves produtoras não estejam sadias. Confira algumas dicas para deixar suas aves sem piolhos!

Perigo!

Um dos principais problemas que atrapalha na produção das aves são os piolhos, além de outros parasitas.

Os piolhos são parasitas que se alimentam do sangue de aves, causando anemia e, consequentemente, fraqueza, podendo levar a criação à morte.

Como esses insetos passam de uma ave para outra, é importante que todas as aves e todo o ambiente sejam tratados.

O viveiro deve ser totalmente desinfetado, pois os piolhos também se alojam em frestas de madeira, na palha dos ninhos, entre outros espaços.

Como tratar?

Uma alimentação reforçada é importante para reabilitar as galinhas enfraquecidas pela anemia causada pelos piolhos.

Outra saída é o tratamento através de medicamentos. Pensando nisso, a Arenales desenvolveu um medicamento homeopático chamado Fator Vermes & Piolhos Aves® para controlar e prevenir a infestação de piolho em aves.

O manejo de aves determina nestes animais a presença de vermes, pois os galpões são locais ideais para a reprodução de parasitas, além de moscas e piolhos. O manejo homeopático controla a manifestação destas pragas.

No controle de moscas, deve ser tratado 5000 metros ao redor do aviário, e tomar todos os cuidados com resíduos, rações e matérias orgânicas que podem servir para promover o ciclo das moscas.

Confira

e todos os outros produtos da nossa linha de medicamentos homeopáticos para deixar sua criação mais saudável e segura.

Quem ama, trata com Arenales!

Fator Vermes & Piolhos Aves®

remedio para piolhos em aves

Insuficiência renal em gatos

Doença renal é irreversível em gatos Assim como nos seres humanos, a função dos rins dos felinos é filtrar e eliminar as substâncias desnecessárias ao corpo, deixando apenas os nutrientes. Mas infelizmente eles sofrem da doença renal de forma irreversível. A Insuficiência Renal Crônica (IRC) pode surgir nos gatos de qualquer idade, mas é mais […]






Doença renal é irreversível em gatos

Assim como nos seres humanos, a função dos rins dos felinos é filtrar e eliminar as substâncias desnecessárias ao corpo, deixando apenas os nutrientes. Mas infelizmente eles sofrem da doença renal de forma irreversível. A Insuficiência Renal Crônica (IRC) pode surgir nos gatos de qualquer idade, mas é mais comum em gatos mais idosos.

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Como evitar insuficiência renal em gatos?

Estimular os gatinhos a ingerir bastante água é fundamental. Lembre-se de que a água deles deve sempre estar limpa e fresquinha. Os felinos adoram água corrente, ter um bebedouro elétrico ou fontes são ótimas opções.

Sintomas da IRC

Os principais sintomas da insuficiência renal em gatos é a perda de apetite, cansaço, vômitos, perda de peso, feridas na boca, aumento de ingestão de água e produção de urina.

Consulta ao Veterinário

Ao perceber essas alterações no comportamento do seu felino é fundamental a ida ao veterinário para a realização de exames e ter o diagnóstico preciso. Nada de iniciar qualquer tratamento por conta própria, isso pode prejudicar seu gatinho.

Como tratar insuficiência renal em gatos?

É imprescindível entender que a doença renal em gatos é irreversível, sendo assim o tratamento é fundamental para retardar a evolução da doença, que costuma ser de forma muito rápida. O tratamento vai depender da situação de cada gato.

A alimentação é o primeiro passo para iniciar o tratamento, no mercado há várias rações especiais para gatos nefropatas, cuja a composição é pensada especialmente, com baixíssimos níveis de sódio e fósforo, e bem equilibradas em outros nutrientes. Ter uma alimentação regrada auxiliará os rins a trabalhar sem sobrecarga.

A homeopatia veterinária oferece tratamentos alternativos para que a insuficiência renal consiga ser controlada, mas tudo depende do diagnóstico do veterinário.

Ressaltando que devido a insuficiência renal ser irreversível nos gatinhos, a doença não apresenta a eles sentença de morte. Se controlada da forma correta eles terão uma qualidade de vida muito melhor.

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Depressão em cães: saiba como identificar e tratar

Se engana quem pensa que os animais estão livres das doenças mentais como ansiedades e depressão. Pelo contrário, elas podem sim se manifestar nos animaizinhos de maneira muito semelhante ao do ser humano, principalmente na forma silenciosa de agir, e é por isso que exige muita atenção para identificar e ser tratada o quanto antes. […]






Se engana quem pensa que os animais estão livres das doenças mentais como ansiedades e depressão. Pelo contrário, elas podem sim se manifestar nos animaizinhos de maneira muito semelhante ao do ser humano, principalmente na forma silenciosa de agir, e é por isso que exige muita atenção para identificar e ser tratada o quanto antes.

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O que causa depressão em cães

As causas mais frequentes são as mudanças na rotina, mudança de casa, perda ou adição de um novo integrante na casa e períodos em que o animal esteve doente.

Quais os sinais da depressão em cães

Os sinais podem variar de acordo com cada pet. Cada cãozinho tem seu jeitinho de viver, então perceber mudanças de comportamento é fundamental.

Fique atento a perda de apetite, isolamento, apatia, tristeza e intolerância a toques e aproximação.

Como tratar a depressão em cães

O primeiro passo é levar seu cãozinho ao veterinário. Após ser diagnosticado seguir à risca as orientações do veterinário é essencial para a recuperação.

Medicamento é uma das principais formas de tratamento, há casos que os medicamentos homeopáticos podem ser prescritos como uma alternativa juntamente com atividades físicas, essa combinação pode trazer excelentes resultados.

Vale lembrar que além de medicamentos e atividades, o pet precisará de muito carinho e atenção para amenizar os sintomas da depressão.  Mostre a ele o quanto é querido por você, e que assim como ele, você é um amigo fiel.

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Saiba mais sobre a alimentação dos peixes

Como saber se seu peixe está saudável o suficiente? A alimentação dos peixes é um dos maiores segredos para sua saúde e vivacidade. Hoje em dia, temos uma ampla variedade de alimentos, cada um com sua especialidade. Quanto maior a diversificação na alimentação, melhor será a resposta de seu peixe, esbanjando saúde e cores vivas. […]






Como saber se seu peixe está saudável o suficiente?

A alimentação dos peixes é um dos maiores segredos para sua saúde e vivacidade.
Hoje em dia, temos uma ampla variedade de alimentos, cada um com sua especialidade. Quanto maior a diversificação na alimentação, melhor será a resposta de seu peixe, esbanjando saúde e cores vivas.
Mas antes de fornecer todo tipo de alimento para seu peixe, conheça seus hábitos alimentares.

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  • Podemos alimentar os peixes apenas com alimento vivo?

Apesar de ser uma ótima fonte de proteínas e vitaminas, são deficientes em outras fontes que as rações apropriadas possuem. Deverá fornecer esporadicamente, exceto peixes essencialmente carnívoros que exigem alimentos vivos regularmente ou peixes que recusam alimentos secos até estarem totalmente adaptados no aquário.

  • Qual a melhor ração para fornecer aos peixes?

Informe-se sobre os hábitos alimentares de seus peixes para fornecer o que há de melhor e mais adequado para a espécie.

  • É possível usar várias rações ao mesmo tempo?

Pode e deve. Quanto maior a diversificação alimentar, melhor, sempre respeitando a dieta ideal para a espécie.

  • Como alimentar peixes de fundo?

Existe uma grande variedade de rações próprias para estes tipos de peixes. Forneça estas rações ao apagar as luzes, já que grande parte dos peixes de fundo tem hábitos noturnos e evitará que os demais peixes disputem pela ração.

  • É verdade que peixes comem tanto que podem até morrer?

Mito. Com exceção de peixes propriamente “gulosos” como os Kinguios, Bettas, entre outros, grande parte dos peixes chegam até a recusar alimentos.

  • Meus peixes não comem, o que poderá estar acontecendo?

Peixes recém inseridos no aquário poderão levar certo tempo até se habituarem ao novo ambiente, recusando inicialmente qualquer tipo de alimento. Com treinamento e persistência pode-se reverter a situação.

  • Meu peixe estava se alimentando e parou, o que pode ser?

A falta de apetite muitas vezes é associada a alguma doença. O estresse em peixes pode ser causado pela má qualidade da água ou alimentação indevida para a espécie. Atente a detalhes no peixe e seus hábitos para ver se não há nada de errado.

  • A alimentação influência na coloração das fezes dos peixes?

Sim. Sempre atente a coloração de suas fezes. Normalmente deverá ter cores variadas como vermelho, preto, marrom ou verde, de acordo com o tipo de ração fornecida. Fezes transparentes podem indicar alguma moléstia.

Para ajudar na saúde, bem estar e prevenção de doenças do seu peixe, acesse www.loja.arenales.com.br e confira nossos produtos. Quem ama trata com Arenales!