Todos os posts da categoria: Gatos

Como está a caderneta de vacinação do seu pet?

“É só uma picadinha, nem vai doer nada”. Quem aí gostava de tomar vacina quando era criança? Ninguém, né? Para os peludinhos, esse também não é um dos momentos mais agradáveis, mas a gente sabe que tudo é para o bem deles. Afinal, quem ama, imuniza e previne os pets das mais diversas doenças infecciosas, […]






carteira de vacinacao pet

“É só uma picadinha, nem vai doer nada”. Quem aí gostava de tomar vacina quando era criança? Ninguém, né? Para os peludinhos, esse também não é um dos momentos mais agradáveis, mas a gente sabe que tudo é para o bem deles. Afinal, quem ama, imuniza e previne os pets das mais diversas doenças infecciosas, garantindo a saúde e bem-estar.

Vida longa, saudável e feliz

Os animais também precisam fortalecer o sistema imunológico, por isso a vacinação é indicada como método de proteção eficaz, responsável por livrar o seu amiguinho de quatro patas de uma série de doenças perigosas. No caso dos cães, as mais comuns são: Leptospirose, Parvovirose, Hepatite infecciosa, Cinomose, Coronavírus, Parainfluenza e Raiva, já nos felinos a Panleucopenia, Rinotraqueite, Raiva, Calcivirose e Leucemia Felina ocorrem com frequência.

Vacinar também é cuidar da saúde do seu filhote e das pessoas que convivem com ele, isso porque existem algumas enfermidades que são transmitidas dos animais para nós, humanos (zoonoses).

Exemplos de zoonoses

  • Raiva: Uma das maiores preocupações para saúde pública, cuja infecção ocorre por meio da saliva dos animais. A doença é caracterizada como encefalite progressiva e aguda, ou seja, uma inflamação localizada no cérebro com taxa de mortalidade de 100%, tanto nos animais como nos homens.
  • Leishmaniose: Doença infecciosa causada por protozoários parasitas do gênero leishmania e transmitida pela picada do mosquito palha, provocando feridas na pele e outros sintomas como: febre alta, dor e inchaço abdominal.

Orientação

A primeira vacinação canina deve ocorrer após os 45 dias de vida, mas antes é essencial que o dog seja examinado por um médico veterinário qualificado, pois caso ele esteja com alguma doença, a dose anti cinomose não terá efeito. Depois de ser avaliado, o veterinário poderá realizar a aplicação corretamente.

Já o calendário de vacinação dos felinos tem início após os 60 dias de vida, com a 1ª dose da polivalente V3 ou V4.

Outra dica importante é evitar o banho dos pets no mesmo dia da vacinação, isso pode diminuir a imunidade deixando-os mais sensíveis. Então, nada de chuveiro, ok?

Efeitos

Alguns animais podem ainda apresentar reações após a aplicação da vacina como: febre, apatia e ausência de apetite. Nesta situação, o ideal é deixar o filhote em observação e manter a calma.

Pratique a guarda responsável, um ato de amor pode prolongar a vida do seu fofucho, por isso lembre-se de deixar a caderneta de vacinação sempre atualizada.

 

Lambedura Excessiva: entenda essa mania dos pets

O seu Pet sofre de lambedura excessiva? Saiba os motivos e como acabar com isso. Lamber excessivamente pode soar como algo natural, já que os felinos possuem esse hábito para limpeza. E os cachorros, se lambem por várias razões como tédio, falta de exercício físico, ansiedade e o estresse. A compulsão por lamber as patas, […]






Lambedura-excessiva

O seu Pet sofre de lambedura excessiva? Saiba os motivos e como acabar com isso.

Lamber excessivamente pode soar como algo natural, já que os felinos possuem esse hábito para limpeza. E os cachorros, se lambem por várias razões como tédio, falta de exercício físico, ansiedade e o estresse.

A compulsão por lamber as patas, genitais e cauda ocorre pelo tédio decorrente do estresse. Outros fatores são a falta de atividades físicas e o comportamento da família (dar menos atenção ao pet), deixar o animal preso também é causador da lambedura excessiva.

É fundamental prestar atenção de forma especial e profunda em relação aos sentimentos dos pets. As emoções dos cães não podem ser coadjuvantes, pois elas antecedem comportamentos bons e ruins. Dessa forma, é essencial estabelecer uma rotina saudável aos cachorrinhos. Esta deve incluir passeios, aulas de adestramento, socialização com outros animais. Ao notar que o cachorro passou por mudanças bruscas em sua vida, ele precisará de atenção.

Se o cão está ocupado, fazendo interação com os donos, possui uma alimentação adequada, faz passeios durante o dia e brinca com seus brinquedos favoritos, dificilmente ele irá desenvolver compulsão por lambedura. Não esqueça da importância de manter a saúde física e psicológica do animal, para evitar qualquer problema.

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Insuficiência renal em gatos

Doença renal é irreversível em gatos Assim como nos seres humanos, a função dos rins dos felinos é filtrar e eliminar as substâncias desnecessárias ao corpo, deixando apenas os nutrientes. Mas infelizmente eles sofrem da doença renal de forma irreversível. A Insuficiência Renal Crônica (IRC) pode surgir nos gatos de qualquer idade, mas é mais […]






Doença renal é irreversível em gatos

Assim como nos seres humanos, a função dos rins dos felinos é filtrar e eliminar as substâncias desnecessárias ao corpo, deixando apenas os nutrientes. Mas infelizmente eles sofrem da doença renal de forma irreversível. A Insuficiência Renal Crônica (IRC) pode surgir nos gatos de qualquer idade, mas é mais comum em gatos mais idosos.

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Como evitar insuficiência renal em gatos?

Estimular os gatinhos a ingerir bastante água é fundamental. Lembre-se de que a água deles deve sempre estar limpa e fresquinha. Os felinos adoram água corrente, ter um bebedouro elétrico ou fontes são ótimas opções.

Sintomas da IRC

Os principais sintomas da insuficiência renal em gatos é a perda de apetite, cansaço, vômitos, perda de peso, feridas na boca, aumento de ingestão de água e produção de urina.

Consulta ao Veterinário

Ao perceber essas alterações no comportamento do seu felino é fundamental a ida ao veterinário para a realização de exames e ter o diagnóstico preciso. Nada de iniciar qualquer tratamento por conta própria, isso pode prejudicar seu gatinho.

Como tratar insuficiência renal em gatos?

É imprescindível entender que a doença renal em gatos é irreversível, sendo assim o tratamento é fundamental para retardar a evolução da doença, que costuma ser de forma muito rápida. O tratamento vai depender da situação de cada gato.

A alimentação é o primeiro passo para iniciar o tratamento, no mercado há várias rações especiais para gatos nefropatas, cuja a composição é pensada especialmente, com baixíssimos níveis de sódio e fósforo, e bem equilibradas em outros nutrientes. Ter uma alimentação regrada auxiliará os rins a trabalhar sem sobrecarga.

A homeopatia veterinária oferece tratamentos alternativos para que a insuficiência renal consiga ser controlada, mas tudo depende do diagnóstico do veterinário.

Ressaltando que devido a insuficiência renal ser irreversível nos gatinhos, a doença não apresenta a eles sentença de morte. Se controlada da forma correta eles terão uma qualidade de vida muito melhor.

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Infecções em pets e gato

Você pode não saber, mas existem bactérias em todo lugar e há milhares delas no ar, na água, inclusive em nossos corpos. Com nossos animaizinhos de estimação isso não é diferente. Essas bactérias são as responsáveis pela maioria das infecções em pets e gato e outras doenças que rondam o nosso dia a dia. Cães e […]






Você pode não saber, mas existem bactérias em todo lugar e há milhares delas no ar, na água, inclusive em nossos corpos. Com nossos animaizinhos de estimação isso não é diferente.

Essas bactérias são as responsáveis pela maioria das infecções em pets e gato e outras doenças que rondam o nosso dia a dia.

Cães e gatos são mais propícios a terem diversas infecções bacterianas. Algumas destas infecções podem até mesmo ser fatais! Mesmo uma pequena infecção bacteriana, se não tratada, pode levar nossos pets a graves problemas de saúde.

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As reações podem ser as mais diferentes, e cada pet pode reagir de uma forma, o importante é estar sempre atento para perceber qualquer mudança no comportamento do seu animal, afinal, os sintomas podem não ser tão óbvios.

Veja alguns sintomas:

  • Queda de pelos;
  • Perda de peso;
  • Aumento do volume de urina;
  • Diarreia ;
  • Diminuição do apetite;
  • Vômitos;
  • Urina com sangue;
  • Desânimo e fraquezas em geral;

Se você desconfia que o seu pet está com infecções, procure um veterinário para fazer o diagnóstico o mais rápido possível. É preciso realizar alguns exames para avaliação antes de começar o tratamento.

Para um tratamento seguro e eficaz utilize produtos de confiança que não vão oferecer nenhum risco ao seu animalzinho.

Você já ouviu falar em Homeopatianimal?

Os remédios homeopáticos são produtos naturais a base de água que não apresentam efeitos colaterais, alergias e outras complicações, proporcionando assim um tratamento muito mais fácil e tranquilo.

Na Arenales Homeopatianimal® você encontra o produto ideal para tratar seu pet. O Fator Infecções Pet® é indicado como medicamento homeopático complementar para processos infecciosos, em cães e gatos. Ele age logo no sistema imunitário do organismo ativando os mecanismos de defesa. Desta forma os processos infeciosos tem seu quadro abrandados, pois potencializa a recuperação do animal.

Encontre esse e outros produtos da linha Arenales. Trate bem, trate com Arenales!

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Mudanças climáticas não faz bem para os pets

Entramos no Outono! Para nós um grande alívio deixar um pouco o excesso de calor de lado, mas e para nossos pets? Mudanças climáticas repentinas podem não fazer muito bem para saúde deles, por isso fique de olho e saiba como cuidar dele quando as temperaturas caírem: Por que ficar atento as mudanças climáticas? Cresce […]






Entramos no Outono! Para nós um grande alívio deixar um pouco o excesso de calor de lado, mas e para nossos pets?

Mudanças climáticas repentinas podem não fazer muito bem para saúde deles, por isso fique de olho e saiba como cuidar dele quando as temperaturas caírem:

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Por que ficar atento as mudanças climáticas?

Cresce o número de parasitas. Os parasitas sempre buscam um lugar quentinho para viver, é por isso que eles submergem no corpo dos animais. Quanto mais frio, haverá mais pulgas, carrapatos procurando abrigo em nossos animais, além disso, eles irão se desenvolver com mais rapidez, o seu tamanho diminuirá e será mais difícil identificá-los.

O número de mosquitos aumenta. Assim como ocorre com os parasitas, os mosquitos gostam de calor e se agrupam em poças. Os mosquitos propagam uma infinidade de doenças nos nossos animais de estimação.

Golpes de calor: O aquecimento global ocasiona temperaturas altas que podem facilmente fazer com que o seu bicho de estimação sofra um golpe de calor, podendo trazer complicações mais graves.

Cachorros de pequeno porte, como pinschers e chihuahuas, têm menos massa muscular e gordurosa, por isso, acabam sofrendo mais com as mudanças climáticas e precisam ser agasalhados. Os cuidados também devem ser redobrados em se tratando de filhotes e cães idosos porque essas são as duas faixas etárias mais vulneráveis a doenças.

Gatos, embora sintam mais frio, têm maior senso de preservação, saindo em busca de fontes de calor e se entocando em locais protegidos. Já os cães são menos independentes e precisam da ajuda dos donos para suportar o clima. Fique atento e não espere eles demonstrarem desconforto para agasalhá-los.

Como protegê-los?

Logo depois do banho, evite levá-los para a rua. O recomendado é aproveitar as poucas horas de sol durante o dia para fazer o passeio. Se o tempo estiver chuvoso, deixe-os abrigados dentro de casa. Do contrário, cresce o risco de apresentarem rinite, pneumonia, etc.

  • Roupas: são bem-vindas, mas evite os tecidos sintéticos, lãs e tricôs, pois podem causar alergias. Prefira os agasalhos de algodão ou malha macia. Preste atenção se a peça está no tamanho certo, sem apertar principalmente as axilas e as virilhas do seu bichinho, pois pode provocar fricções.
  • Sapatos: a menos que costume nevar ou gear em sua região, não são recomendados porque atrapalham o tato nas patas e são bastante incômodos.
  • Tosa: mantenha a pelagem do animal mais comprida e adie o corte para depois do inverno.
  • Vacinas: Converse com um médico veterinário para obter orientações adequadas antes de imuzinar seu bichinho.
  • Casinha: deve ser colocada em um local abrigado, sem correntes de ar e protegida da chuva. Forrar o chão com jornal, papelão ou cobertor para evitar o contato direto das caminhas junto ao piso também pode ser uma boa solução. Além disso, pode-se utilizar cobertores e edredons para proporcionar mais conforto.

Prevenção

Pensando nisso, a Arenales, fabricante de medicamentos homeopáticos de alta qualidade e segurança, traz produtos que tratam e previnem a baixa imunidade, infecções e muitos outros problemas de saúde típicos dessa época!
Medicamentos que deixam seu pet mais resistente e cheio de saúde para brincar!
Quem ama cuida e sabe que Arenales é sinônimo de proteção.

A Arenales indica o Fator Pró Imune Pet® para prevenção dos animaizinhos

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Como cuidar dos animais de estimação durante o frio?

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Baixas temperaturas também podem afetar os animais que não estão livres das doenças da estação. Patas, narizes e orelhas precisam de atenção especial durante os meses de inverno. Pet molhado e tremendo de frio é doença certa! Pet saudável e bem alimentado consegue regular melhor sua temperatura interna. Mas não subestime a saúde de seu animal. […]






Baixas temperaturas também podem afetar os animais que não estão livres das doenças da estação. Patas, narizes e orelhas precisam de atenção especial durante os meses de inverno. Pet molhado e tremendo de frio é doença certa! Pet saudável e bem alimentado consegue regular melhor sua temperatura interna. Mas não subestime a saúde de seu animal. A seguir, algumas dicas para que seu pet tenha um inverno bem aquecido.

Para os animais que ficam fora de casa

Para quem tem cães de guarda, o aliado à segurança da família merece um abrigo seguro para se proteger do vento, chuva e frio. Independente do material constituído, as casinhas de cachorro devem estar dispostas de forma a não receber rajadas de vento. Da mesma forma, seria interessante respeitar uma boa orientação solar para que ela receba a maior quantidade possível de raios solares durante o dia.

 

Verifique se existe alguma goteira que comprometa o conforto térmico do local. Se você tem o costume de oferecer cobertas, trocá-las semanalmente auxilia a manter a saúde da pele e pelos do animal. Nunca deixe seu cão em cobertores molhados.

Alimentação

Talvez seja interessante aumentar um pouco o aporte energético do cão que dorme fora de casa. Alguma coisa em torno de 15% favorece a produção de uma camada de gordura, ganhando assim um aliado à manutenção do calor do corpo. Em caso de doença, estar com um pouco de reserva também auxilia na recuperação. Cães enfermos podem ficar alguns dias sem querer se alimentar. Pergunte ao veterinário sobre o estado corporal de seu cão antes de aumentar a quantidade de ração.

Roupas

Nada contra se seu cão aceitar roupas no inverno, mas jamais deixe-as molhadas sobre o corpo dele. Se você tem um gato que tem livre acesso à rua, tenha em casa um local aquecido e pronto para recebê-lo. Se possível, permita a ele passeios mais curtos nessa época do ano e isso vale também para os cães. Algumas pessoas acostumaram seus pets a caminhar com sapatilhas especiais que protegem as patas da umidade e do frio. Mas se seu cão não se adaptou, deixar os pelos entre os dedos das patas mais curtos facilita a secagem quando o animal voltar para casa.

Quem tem pássaros pode ter que trocar a gaiola de lugar no período de inverno. O abre e fecha de portas e janelas pode prejudicar a saúde deles. Sem esquecer que gaiolas também precisam ser cobertas à noite, o que auxilia a manter o calor.

Para os animais que ficam dentro de casa

O vilão dos animais que ficam no ambiente interno são as mudanças bruscas de temperatura. Na hora de sair, é bom o uso de vestuário adequado e perder alguns minutos na cozinha, antes de ir à rua, é uma forma de seu cão se adaptar à diferença de temperatura de forma lenta e progressiva. Alguns também sofrem com o ar condicionado por ressecar as vias respiratorias. Animais que vivem dentro de casa já não necessitam de reforço alimentar, pelo contrário: por se exercitar menos nessa época do ano, os pets tendem a engordar.

Cuidado especial para quem costuma dar banhos no seu pet em casa. Nunca deixe o animal se secar sozinho, mesmo em ambiente seco. Nosso inverno é úmido e cães e gatos peludos podem desenvolver fungos nos pelos. Para aqueles sem cobertura pilosa, como os pinschers, uma roupinha vai muito bem, mas deve-se respeitar momentos sem roupas para a ventilação da pele.

Os animais que sofrem de reumatismo, mais comum em animais velhos, terão suas dores aumentadas com o inverno. O ideal é deixá-lo em um ambiente quente e longe das correntes de ar, como porta e janelas. Se é um animal de livre trânsito pelo pátio, melhor seria confiná-lo durante os períodos mais frios. Animais velhos ou covalescentes também precisam desse cuidado.

 

E para quem leva seus mascotes para regiões de frio extremo, é bom lembrar que nossos cães não estão acostumados com neve, muito menos estamos habituados a nos preocupar com as extremidades dos corpos deles. Produtos específicos para a proteção das extremidades dos cães costumam ser vendidos em pet shops locais.

Doenças Respiratórias

Vilãs do inverno, animais envelhecidos, convalescentes ou que atravessam um período de baixa imunidade podem ter seus efeitos agravados, prejudicando ainda mais sua saúde. Para alguns agentes patológicos, o uso preventivo da vacina continua sendo uma boa opção. Consulte um veterinário.

Prevenção

Para prevenir e aumentar a imunidade do seu pet nessas épocas a Arenales conta com Fator Infecções Pet!
O FATOR INFECÇÕES PET®, é um medicamento homeopático que age determinando um incremento na resposta imunitária do organismo ativando os mecanismos de defesa. Desta forma os processos infecciosos têm seu quadro abrandados, pois potencializa a recuperação do animal.

Fonte: revistadonna.clicrbs.com.br

Como ajudar Animais Abandonados?

Presença de animais abandonados nas ruas é uma triste realidade no nosso país. Em todas as cidades existem diversos cães e gatos abandonados e abrigos super lotados que não conseguem mais dar conta de receber e cuidar destas vidas. O governo não tem participação relevante neste problema, portanto, esta situação deveria ser uma preocupação da sociedade em […]






Presença de animais abandonados nas ruas é uma triste realidade no nosso país. Em todas as cidades existem diversos cães e gatos abandonados e abrigos super lotados que não conseguem mais dar conta de receber e cuidar destas vidas. O governo não tem participação relevante neste problema, portanto, esta situação deveria ser uma preocupação da sociedade em geral. Se cada pessoa fizer um pouco, as condições destes animais e dos abrigos poderá ser muito melhor!

Quer saber como ajudar um animal de rua? 

Todos podemos ajudar! Conheça as diversas formas e faça a sua parte também!

Adote um animal de abrigo

Conheça o abrigo de sua cidade, escolha um cãozinho ou gatinho e dê um lar para ele! A maioria dos animais de rua morrem sem saber o que é ter uma casa e um melhor amigo que cuide dele e dê carinho.

Resgate e adote um animal das ruas

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Encontrou um animal em condições ruins na rua? Resgate-o. Leve ao veterinário, dê um lar, comida, água e cuidados. Ele será eternamente grato a você, pois você salvou uma vida!

Não pode adotar? Dê um Lar Temporário

German Shepherd Dog and cat together

German Shepherd Dog and cat together

Com abrigos e ruas cheios de animais abandonados, não restam muitas soluções para eles. Portanto, se você tem um espaço bacana na sua casa, pode proporcionar um Lar Temporário (LT), para um cão ou gato. Ele pode ficar por um tempo em sua casa até encontrar uma pessoa que o adote permanentemente. Lar Temporário é muito melhor que um abrigo!

Não pode dar LT? Apadrinhe uma vida

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Para aproximar as pessoas que querem ajudar dos animais carentes, existe o sistema de apadrinhamento, onde a pessoa escolhe uma vida do abrigo e se responsabiliza por suas despesas mensalmente, com recursos para compra de ração, água, medicamentos, vermífugos, antipulgas, etc. É muito legal também fazer visitas frequentes ao animal, pois ele precisa de contato humano e atenção frequente.

Não pode apadrinhar uma vida? Faça doações

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Os abrigos de animais abandonados sobrevivem com recursos financeiros de doações. Portanto, todo mês é uma luta para conseguir valores suficientes para compra de ração, medicamentos e reparos em canis, além de outras necessidades.
Qualquer quantia em dinheiro é extremamente útil aos abrigos. E há também quem prefira doar produtos e itens de primeira necessidade, o que também é muito bem-vindo, como: ração, medicamentos, vermífugos, antipulgas, jornais, caixas de papelão, petiscos, brinquedos, casinhas, caminhas, toalhas velhas em bom estado, materiais de limpeza, inseticidas e alguns materiais de construção para a estrutura física.

Não pode fazer doações? Participe voluntariamente

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Assim como os abrigos sobrevivem por doações, existem pessoas de bom coração que ajudam com serviços manuais e mão-de-obra voluntários. Há muitas formas de ajudar assim: realizando eventos solidários para arrecadação de dinheiro, organizando feirinhas de adoção, fazendo mutirão de limpeza do abrigo e de banho e tosa nos animais, aplicando vacinas, recebendo doações de itens, ajudando na divulgação do abrigo, conscientizando a população sobre abandono, maus tratos e castração e simplesmente indo ao abrigo para brincar e dar atenção aos cães e gatos, o que é uma experiência incrível e muito prazerosa, pois o amor recebido pelos animais é verdadeiro e emocionante.

Não pode participar voluntariamente? Divulgue, compartilhe e conscientize

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Os abrigos costumam fazer bastante divulgação para conseguir doações e pessoas que adotem seus animais, para que possam oferecer um lar de verdade para cães e gatos. Eles também possuem uma necessidade de conscientizar a sociedade sobre maus tratos e abandono, que são crime, e a importância da castração, que é uma solução para diminuição de animais na rua, mas muitas pessoas não têm consciência disso.
Procure os abrigos da sua cidade pela internet e Facebook e ajude-os compartilhando as mensagens, os eventos solidários e as fotos de animais para adoção. Apoie-os de alguma forma, pois todo tipo de ajuda é extremamente bem-vindo!

Faça sua parte!

Não é difícil e é muito gratificante poder ajudar estas vidas frágeis que vivem nas ruas e sofrem muito. Ajudar quem precisa faz bem ao coração!

Fonte: bob.geracaopet.com.br

O calor é perigoso para cães e gatos

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“A hipertermia é o problema mais comum – e o mais grave – para cães e gatos no verão”, diz o veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, em São Paulo. Como eles não transpiram, a respiração é a única forma de controle da temperatura do corpo. No verão, porém, o ar […]






“A hipertermia é o problema mais comum – e o mais grave – para cães e gatos no verão”, diz o veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, em São Paulo. Como eles não transpiram, a respiração é a única forma de controle da temperatura do corpo. No verão, porém, o ar quente e úmido prejudica esse mecanismo. Resultado: o animal ofega na tentativa de intensificar a troca de calor. “O risco é ainda maior para animais obesos, para cachorros com pelagem densa, como bernese e husky siberiano, e para as raças braquicefálicas – aquelas de focinho curto -, como os cães boxer, buldogue e pug e os gatos persas, que já respiram com dificuldade em condições normais”, explica Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo. Veja, a seguir, os cuidados para prevenir a hipertermia no animalzinho.

EM CASA

Nada de deixar o animal no quintal constantemente ensolarado ou fechado no apartamento abafado. Sombra (em ambientes arejados) e água fresca são questão de sobrevivência para cães e gatos. Troque a água do bebedouro várias vezes ao dia e certifique-se de que o pote não fique exposto ao sol em nenhum momento – afinal, quem gosta de água morna? Vale até acrescentar umas pedrinhas de gelo ao bebedouro. Para os gatos, que preferem água corrente, um bebedouro eletrônico pode estimulá-los a ingerir mais líquido ao longo do dia. Dica dos especialistas: borrifar água no dorso e nas patinhas ajuda a resfriar o animal. Se ele ficar ofegante, enrole-o em uma toalha molhada com água fria e deixe-o por um tempinho em frente ao arcondicionado ou ventilador

NO CARRO

Cachorros são loucos por passeios de carro, certo? O problema é que essa excitação também atrapalha o processo de resfriamento do corpo. Portanto, nos dias muito quentes, o ar-condicionado deve permanecer ligado durante todo o trajeto – e, de preferência, evite viagens longas durante o dia. Outra recomendação dos veterinários: nunca, em hipótese alguma, deixe o bicho preso no carro, nem com uma fresta do vidro aberta e sob uma árvore. Mesmo na sombra, a temperatura no interior do veículo sobe rapidamente, e o animal pode desmaiar ou até morrer em meia hora

PASSEIOS

Cães são leais e nunca recusam um convite do dono para passear, mas se vivessem sozinhos na natureza jamais sairiam da toca sob o sol escaldante. Não é necessário suspender as caminhadas diárias, claro, mas o ideal é reduzir o percurso e restringir os horários das saídas: antes de 10 horas e após as 18 horas. Prefira locais gramados – o asfalto quente pode queimar os coxins, aquelas almofadinhas das patas – e leve água em bebedouros portáteis. A dica das borrifadas de água fria no dorso também se aplica aos passeios. E respeite os limites do cão: interrompa o passeio do animal ofegante, que tenta fugir do sol em busca das áreas sombreadas. Por fim, cães agressivos devem usar focinheira de ferro, um modelo que não impede a abertura da boca. E atenção! Passear com cães de focinho achatado nos dias quentes, com focinheira fechada, é meio caminho andado para uma hipertermia severa

ANTIPULGAS

Com a proliferação de parasitas no verão, os especialistas recomendam a aplicação de produtos que protegem o animal de pulgas e carrapatos a cada três semanas. “Evite dar banho dois dias antes e dois dias depois da aplicação do produto”, ensina o veterinário Mário Marcondes

BANHO E TOSA

As salas de banho e tosa das pet shops são ambientes propícios para a hipertermia: o stress prejudica a respiração do animal e, com os secadores ligados o dia inteiro, a temperatura fica sempre elevada. Evite os horários de pico do calor e mantenha o pelo dos animais mais curto que o habitual. Em casa, os banhos semanais devem ser feitos com água morna, pois a água muito fria pode causar choque térmico. Por fim, use apenas a toalha para secar animais de pelo curto, e o ar frio do secador para os de pelo longo

ATENÇÃO!

Se o animal mostrar-se inquieto, permanecer com a respiração ofegante e apresentar língua levemente arroxeada, mesmo após as tentativas caseiras de resfriá-lo, leve-o imediatamente ao veterinário, mantendo-o envolto em uma toalha molhada com água fria e, no carro, posicionado em frente à saída do ar-condicionado. “Em condições normais, a temperatura corporal não ultrapassa 39,5 graus. Se ela chegar a 40 graus, porém, só a respiração poderá ser insuficiente para resfriar o animal. Nesse caso, ele talvez precise de aplicação de soro refrigerado na veia ou até necessite ser sedado e entubado”, explica o veterinário Marcelo Quinzani

Cuidado com o sol!

O câncer de pele não é exclusivo dos seres humanos. A exposição prolongada ao sol é responsável pela incidência de câncer de pele em cães e, principalmente, em gatos – os bichanos são mais propensos em razão do hábito de passar horas tomando banhos de sol. Como os danos dos raios ultravioleta são cumulativos, a maioria dos casos envolve animais idosos.

Sintomas: a doença começa como uma manchinha avermelhada na pele e se torna uma ferida que não cicatriza ou, se cicatriza, volta logo em seguida

Áreas mais afetadas: regiões do corpo com pelagem menos densa. Nos gatos, as lesões malignas tendem a surgir nas pálpebras, no focinho, na parte interna das orelhas e na região entre os olhos e as orelhas. Nos cachorros, a área de risco é o abdômen

Prevenção: é possível proteger as áreas de pouca pelagem com protetor solar FPS 30 tradicional, desde que sem perfume e hipoalergênico. Como os gatos têm o hábito de se lamber constantemente, o ideal seria evitar os longos banhos de sol

Tratamento: consiste na remoção cirúrgica ou na crioterapia, em que a lesão é queimada com nitrogênio líquido. Parece simples e até pode ser, quando ela surge na barriga. Nos gatos, porém, a doença afeta pálpebras, orelhas e focinho, o que pode resultar em deformação da face. Vale frisar que, quanto mais precoce o diagnóstico, maiores são as chances de cura

Raças com maior risco de desenvolver a doença: animais de pelagem curta e branca. Como os tumores malignos costumam aparecer na cabeça, gatos e cães bi e tricolores, como fox paulistinha, bull terrier e whippet, também podem desenvolver a doença

​Dieta sem riscos

É difícil resistir à carinha de carente do cachorro diante de uma guloseima, não? Quando o alimento em questão for chocolate, ignorá-lo é a opção mais segura. O chocolate contém duas substâncias estimulantes que afetam o sistema nervoso central e fazem muito mal ao bicho de estimação: teobromina e cafeína. “Dependendo da quantidade ingerida, o chocolate pode causar vômito, diarreia, arritmia ou convulsão em cães e gatos”, diz Tatiane Marry Sipriani, clínica-geral do Koala Hospital Animal, em São Paulo. Quanto maior a concentração de cacau, maior o perigo para o bichinho. Veja outros alimentos que podem ser tóxicos para eles:

Uva: estudos apontam que a ingestão regular da fruta pode ser responsável por casos de insuficiência renal em cães e gatos

Derivados de leite: para alguns animais, sorvete, iogurte e outros produtos com lactose podem provocar vômito e diarreia

Alho e cebola: o consumo regular de comida temperada com alho e cebola pode afetar a produção de glóbulos vermelhos e levar à anemia.

Fonte: veja.abril.com.br

Quer levar seu pet na viagem? Veterinário dá dicas para você e seu amigo se saírem bem

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Sair para viajar é sempre um motivo de preocupação para aquelas famílias que têm animais domésticos. Para curtir seu passeio com tranquilidade, alguns cuidados devem ser considerados, tanto para quem vai se aventurar por aí com o pet quanto para aqueles que preferem deixá-lo em casa. E é aí que as dúvidas podem surgir. Como […]






Sair para viajar é sempre um motivo de preocupação para aquelas famílias que têm animais domésticos. Para curtir seu passeio com tranquilidade, alguns cuidados devem ser considerados, tanto para quem vai se aventurar por aí com o pet quanto para aqueles que preferem deixá-lo em casa. E é aí que as dúvidas podem surgir. Como viajar com o pet? De avião, de carro? Devo levá-lo ou não? Quais são os cuidados necessários para cada situação? O que precisa ser considerado ao se hospedar com o animal? Como alimentá-lo no decorrer da viagem?

Para acabar com essas dúvidas e para promover o bem-estar e a saúde do animal neste momento complicado, o veterinário do Clube de Cãompo (www.clubedecaompo.com.br) Aldo Macellaro lançou um guia completo com cuidados essenciais para o pet em diferentes ocasiões.

CARRO Caso a viagem seja de carro, Aldo aconselha: “Primeiramente, a família não deve se esquecer que alguns cães não estão acostumados a andar de carro. Neste caso, antes de fazer uma viagem longa, é essencial adaptar gradualmente o pet à situação.” Uma dica é, nos fins de semana, fazer passeios com o pet no carro por um período mais prolongado.

Depois disso, os donos precisam separar um assento apenas para o cão no banco traseiro – conforme a lei, o pet não deve, em hipótese alguma, viajar no banco dianteiro – e usar o cinto especial para animais. “Isso vai segurar o pet para que ele não se locomova dentro do carro, nem cause ou sofra acidentes” ressalta o médico-veterinário. Outra boa dica é levar seu animalzinho numa caixa própria de transporte.

O ideal, segundo o veterinário Aldo Macellaro Júnior, é fazer um pré-teste dias antes da partida, independentemente do transporte escolhido (foto: Arquivo pessoal)

Algo importante a ser observado é a temperatura do ar-condicionado dentro do veículo. “Ele não pode ser muito quente, nem frio demais. Se for o caso, deixe as janelas um pouco abertas, mas não totalmente, para que o cão não coloque a cabeça para fora.” Evite horários de trânsito intenso para a viagem. Isso porque o calor excessivo pode desidratar o pet e causar mal-estar ao animal. “Em última hipótese, se o cão não se acostumar, os donos podem conversar com um veterinário de sua confiança para analisar o uso de sedativos, mas com o seguinte alerta: jamais dê uma sedação por conta própria.”

NAS NUVENS Se a viagem for de avião, o veterinário aconselha a família a se certificar das regras aplicadas para transporte de animais. “Cada companhia tem uma regra. Algumas aceitam levá-los, outras têm restrições de tamanho ou quantidade de pets que podem ser embarcados por voo. Para evitar estresse, aconselho se informar com antecedência. Alguns países exigem carteira de vacinação em dia antes do desembarque ou pede vacinas específicas. Evite surpresas em pleno aeroporto”, sugere Aldo. Caso a companhia aérea aceite seu bichinho, providencie a caixa de transporte adequada e, antes da viagem, o acostume no espaço. “Treinar o pet é ainda mais importante quando o voo é longo. Pode ser que ele entre em desespero, já que não está habituado com esse tipo de situação, o que pode causar um trauma emocional e psicológico. No dia da viagem, mantenha uma alimentação leve e uma boa hidratação, já que o ar do avião é muito seco.”

Clínica e treinamento
Ter uma clínica veterinária no país ou cidade para onde a família vai em caso de emergência é outra dica básica. Ao chegar ao destino, confira algumas regras de etiqueta para a família que está com pet. “Se você gosta de viajar com o seu pet, treine-o antes para que ele tenha uma boa socialização com pessoas e outros animais. Identifique o animal com uma coleira e leve sempre um guia. Não se deve deixar o animal solto dentro de hotéis ou lugares públicos. Algumas pessoas têm medo de cachorro e isso deve ser respeitado, além de ser uma forma de proteger o animal de possíveis machucados ou até de se perder da família”, comenta o veterinário.

Ao sair com o animal para que ele faça suas necessidades, tenha bom senso e mantenha o local limpo após o passeio. Isso é um hábito que todos os donos devem ter. Isso evita constrangimentos com o hotel ou até com autoridades locais. “Se for à praia, leve água mineral para o cão e não deixe que ele beba água do mar, pois esta pode causar distúrbios gastrointestinais e acelerar a desidratação”, alerta Aldo. Caso a família resolva não levar o animal, o veterinário aconselha a procura por casas que recebem animais, no estilo hotelzinho para animais. Mas pesquise antes sobre o local escolhido para ter a certeza de que seu amigo estará bem cuidado.

Fonte: www.em.com.br

Vai viajar nas férias? Saiba o que fazer com seu animal de estimação

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Além de organizar a viagem, é preciso decidir o que fazer com o os bichos de estimação. Dá para levá-los? Ou melhor arrumar um profissional para auxiliar nessa tarefa? Para ajudar nessa escolha, listamos alguns itens que precisam ser observados em cada uma dessas situações. Não há leis sobre equipamentos de segurança no transporte de […]






Além de organizar a viagem, é preciso decidir o que fazer com o os bichos de estimação. Dá para levá-los? Ou melhor arrumar um profissional para auxiliar nessa tarefa? Para ajudar nessa escolha, listamos alguns itens que precisam ser observados em cada uma dessas situações.

Não há leis sobre equipamentos de segurança no transporte de animais de estimação dentro do carro. O Código de Trânsito Brasileiro proíbe apenas que o motorista carregue o pet no colo (multa de R$ 85,13 e quatro pontos na habilitação). Também não é permitido transportar animais em caçambas de camionetes (multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira).

Porém, a forma mais segura de levá-los é em caixas de transporte específicas para o porte de cada animal, que podem ser adquiridas em pet shops. Sem a proteção, o animal pode ser arremessado para fora do veículo em caso de acidente ou de uma frenagem brusca.

A melhor forma de acomodar as caixas é em um dos bancos do automóvel, envolvidos por um cinto de segurança específico para animais, que é conectado ao dispositivo do carro. Segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), a caixa de transporte deve excluir, obrigatoriamente, uma vaga de passageiro no veículo.

Para os cães de grande porte, melhor colocar a caixa transportadora no porta-
malas. A legislação permite que em veículos modelo hatch, aqueles em que a tampa que protege o porta-malas pode ser retirada, as caixas sejam transportadas no compartimento. Mas, atenção: em dias ensolarados, é preciso cuidado para que o sol não bata em excesso sobre a caixa – que pode custar de R$ 450 a R$ 1 mil.

Para os pets de pequeno porte, há cadeirinhas, também à venda em lojas de produtos para animais. Funcionam como bolsas protetoras e são uma boa alternativa para os cães que não resistem às janelas. Ajustadas à altura do vidro, permitem que os pets fiquem mais à vontade, mas continuem seguros. O preço varia em média de R$ 130 a R$ 250.

Os animais de grande porte podem ser transportados sentados ou deitados no banco, com cintos de segurança específicos para cada tamanho.  Os valores variam entre R$ 30 e R$ 50.

Para gatos, que são mais ariscos e se movimentam mais, também é recomendado o uso de caixas de transporte, presas com cinto de segurança. Os preços variam de R$ 100 a R$ 350.

Se a viagem de carro for muito longa, pare pelo menos a cada três horas para que o animal faça as necessidades fisiológicas, tome água e se alimente.

Alguns bichos podem enjoar durante longas jornadas no carro. Portanto, antes de sair de casa, fale com o veterinário e peça a indicação de algum remédio, para estar pronto caso isso ocorra.

Procure saber se a cidade para a qual você está indo com seu pet apresenta ocorrências de doenças infecciosas. Em caso positivo, vacine o animal preventivamente.

Se a estadia for em hotel, não se esqueça de entrar em contato com o estabelecimento para verificar se animais são aceitos.

Como você vai para um local desconhecido, coloque na coleira informações de identificação e contatos telefônicos, caso ocorra alguma fuga.

VIAGENS AÉREAS OU RODOVIÁRIAS

Em viagens aéreas ou rodoviárias, cães e gatos podem transitar no País sem a necessidade da Guia de Trânsito Animal (GTA). É obrigatório, porém, o porte de atestado de saúde, emitido por um médico veterinário inscrito no Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Companhias aéreas possuem autonomia para decidir local, formas, quantidade e espécies de animais a serem transportados. Por isso, checar as normas da empresa antes da viagem é fundamental.

Nas viagens intermunicipais, animais domésticos – cães e gatos – de até 8 quilos podem ser transportados mediante pagamento de tarifa de 50% do valor correspondente ao passageiro, com limite de dois por viagem. Os pets não podem ocupar os assentos reservados aos passageiros e devem ser transportados obrigatoriamente em caixas.

Para as demais espécies de mascotes, como aves, coelhos, furões ou iguanas, é exigida a GTA, expedida por veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura ou pelo órgão executor da defesa sanitária nos estados. No caso de espécies silvestres, é necessária autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).

Para o transporte de animais entre países é preciso obter o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), emitido pela autoridade do país de origem ou de procedência do animal. O CZI deve estar em conformidade com as exigências sanitárias do país de destino.

DEIXAR EM CASA

Se a opção for por deixar o animal de estimação em casa, é preciso que alguém fique responsável pelos cuidados dos bichos. Se nenhum conhecido puder assumir essa tarefa, existem profissionais que desempenham essa função. Eles cobram, em média de R$ 30 a R$ 60 por dia, mas o preço varia de acordo com o número de atendimentos e a localização da residência.

É preciso que a pessoa vá de uma a duas vezes diárias na casa para dar água, alimentar, limpar as fezes e urina e, no caso de um cão, por exemplo, passear com ele. Busque referências de trabalhos anteriores, afinal, você terá que deixar a chave da residência com um desconhecido.

Alguns gatos têm o hábito de dar voltas pela vizinhança. O cuidador precisa estar instruído para deixá-los sair de tempos em tempos, sob o risco de provocar um estresse nos bichanos.

Outra forma de minimizar o estresse causado pela separação dos proprietários é deixar brinquedos para que o animal se distraia.

Se o pet necessita de medicamentos, procure checar se o cuidador tem prática em administrar medicação para animais, já que muitos podem estranhar esse momento.

DEIXAR EM UM HOTEL

Uma terceira alternativa é colocar os animais em serviços especializados de hospedagem. Procure conhecer bem o local antes de viajar. Peça para visitar todas as instalações que serão ocupadas pelos bichos. Observe condições de isolamento e higiene. Se possível, busque referências de conhecidos.

O animal, antes de ir para o hotel, precisa estar com as vacinas em dia. É recomendado também que se faça um controle preventivo contra pulgas, carrapatos e verminoses.

Se o bicho possui alguma doença crônica, deixe no hotel os contatos do veterinário de rotina, caso aconteça alguma emergência.

As diárias para bichos exóticos custa, em média, de R$ 15 a R$ 30. Já para cães e gatos há mais opções com preços bastante diferentes, que podem variar entre R$ 20 e R$ 100, dependendo das instalações.

COELHOS, ROEDORES, AVES E PEIXES

Não é recomendado que esses animais façam viagens, pois quando são submetidos a situações fora da rotina com a qual estão acostumados, passam por um grande estresse.

Se forem deixados em casa, o ideal é que sejam cuidados por alguém que tenha familiaridade com as espécies, já que eles adoecem muito facilmente.

As visitas precisam ser constantes no mínimo duas vezes diariamente – já que esses animais se alimentam e ingerem água com muita frequência.

Quanto aos peixes, a periodicidade com que a água do aquário tem que ser trocada varia conforme o tamanho do compartimento. Em geral, a cada 15 dias para os pequenos e 30 para os grandes.

A higienização dos ambientes onde vivem roedores e coelhos precisa ser diária, pois eles defecam e urinam constantemente.

Se a opção for por um serviço de hospedagem, verifique se o local é especializado em receber animais silvestres ou exóticos. Observe também se o lugar possui climatização adequada, já que esses animais sentem muito frio, principalmente no período noturno.

Fonte: zh.clicrbs.com.br